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record tv de brasil usa holografia en estudio y en tiempo real

27-ENE/2021

Na segunda-feira, dia 18 de janeiro, a Record TV passou a usar de forma inédita no Brasil a tecnologia da holografia. O “Balanço Geral SP” estreia um novo sistema que vai permitir a presença de Renato Lombardi diariamente no estúdio do programa, ao vivo.



 

Por fazer parte do grupo de risco, o comentarista tem atuado no programa remotamente, direto de sua casa, desde o início da pandemia. Mas, a partir de agora, ele poderá interagir com Reinaldo Gottino e Fabíola Reipert como se realmente estivesse no estúdio, enquanto comenta as notícias do dia a dia e participa da bancada do quadro “A Hora da Venenosa”.

Para essa inovação funcionar, um estúdio chroma key foi montado na casa do jornalista, e o sinal é transmitido por um mochilink para a Record TV.

A holografia será usada em tempo real durante o “Balanço Geral SP. A Engenharia da emissora garantiu o menor atraso no áudio para que a interação entre os apresentadores aconteça da maneira mais natural possível, fazendo com que a composição final seja igual à imagem original.


 

Fuente: SET

 

EXPERTO PIDE REVISAR LA NORMA DE TV DIGITAL TERRESTRE EN ARGENTINA

23-JUN/2020

 

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Streaming na TV aberta faz Radiodifusão acelerar Ginga D

Segundo dados da pesquisa do Kantar Ibope Media, para 77% da população, a TV aparece como o meio mais confiável para se obter informações sobre o coronavírus

Impulsionada principalmente pelo isolamento social, a audiência da TV aumentou. Segundo dados da pesquisa da Kantar Ibope Media, realizada entre 16 a 19 de março deste ano, para 77% da população, a TV aparece como o meio mais confiável para se obter informações sobre o coronavírus (Covid-19). No período, os segmentos com destaque foram os jornalísticos (alta de 17%) e os infantis (alta de 14%).

Composto por integrantes das emissoras de TV, fabricantes de equipamentos de recepção, transmissão e indústrias de software, bem como representantes do Governo Federal e entidades de ensino e pesquisa, o Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (Fórum SBTVD) trabalha para a melhoria contínua do serviço de TV digital aberta à população. Um dos novos avanços é o perfil D, nova versão do middleware Ginga. Também conhecido como DTV Play, é baseado na plataforma IBB (Integrated Broadcat - Broadband), permitindo, de forma resumida, convergir a TV aberta com a banda larga, o que abre um novo modelo de negócios.

Para implementação deste recurso, o Fórum desenvolveu uma suíte de testes, que garantirá a interoperabilidade dos televisores que tenham o perfil D embarcado com as aplicações interativas que serão desenvolvidas pelas emissoras de TV aberta. O Módulo Técnico, por meio do subgrupo de Suíte de Testes, é o responsável pelo seu desenvolvimento, última etapa antes da implementação.

O trabalho dos especialistas envolvidos no desenvolvimento da suíte de teste tem como objetivo final preparar uma série de streams e aplicativos que permitem verificar todas as funcionalidades previstas no conjunto de normas ABNT 15606 à TV Digital, tais como a execução de aplicativos Ginga-HTML5, novas funcionalidades do Ginga-NCL, o suporte a novos formatos de mídia, além da comunicação entre aplicativos externos ou locais que se comunicam com a TV por meio da API Restful do GingaCC WebServices. "Com esses streams, os desenvolvedores de middleware e fabricantes de televisores poderão confirmar que suas implementações cumprem os pontos especificados pela norma e o que comportamento segue o determinado. Além disso, a emissora, ao desenvolver um aplicativo Ginga, tem uma garantia maior de que seu produto será executado da mesma forma em diversos receptores", destaca Raphael Barbieri, coordenador da suíte de testes do Fórum SBTVD.

Testes

Recentemente, em maio deste ano, aconteceu a fase final de implementação dos aplicativos de testes. Conforme explica Barbieri, o Fórum finalizou a conclusão da criação dos documentos de assertivas, documentos de casos de teste e aplicativos de teste em Ginga-NCL, Ginga-HTML5 e aplicativos HTML5 para validação da API Ginga CC WebServices em ambientes de execução não-locais (externos ao receptor).

Atualmente o grupo está trabalhando na fase de revisão dos aplicativos e tanto as universidades, quanto os membros do Módulo Técnico que participam do Grupo de Trabalho estão auxiliando neste processo.

"Neste momento, o objetivo é validar o material disponibilizado, encontrando e corrigindo erros de implementação. Em paralelo, os primeiros TSs (transport streams) serão criados para permitir a realização de testes em aplicativos que necessitem de um sinal de TV específico", explica o coordenador da suíte.

Quando perguntado sobre os benefícios dos testes para o Fórum e os associados, Barbieri comenta que "o principal benefício é garantir a interoperabilidade do perfil D (ou DTV Play) entre os diversos fabricantes/modelos de aparelhos de TV. Com isso, as emissoras terão a segurança de que se o seu produto com o perfil D foi desenvolvido de acordo com as normas, conseguirão atingir o mesmo resultado para todos os usuários que possuírem televisores desenvolvidos a partir do sucesso dos testes".

Já para os radiodifusores e desenvolvedores de aplicativos Ginga, a suíte de testes também serve como uma forma de exemplificar a implementação e a execução esperada das funcionalidades descritas nas normas, evitando que interpretações distintas sobre trechos dos documentos de especificação levem a comportamentos inesperados ao serem executados em televisores de diferentes fabricantes.

"Portanto, podemos dizer que os membros do setor de recepção, radiodifusão e software são os principais beneficiados com esta ação. É interessante destacar também que este trabalho tem como consequência o amadurecimento do padrão DTV Play, pois, contribui com as tarefas dos Grupos de Diretrizes Operacionais, que visam melhorar a especificação do padrão", finaliza o coordenador.

Aplicativos para o perfil D do Ginga, perfil interativo do padrão de TV digital aberta brasileira permitirão uma nova forma de interação dos telespectadores com o conteúdo disponibilizado pelas emissoras, tanto via broadcast como broadband. Entre os benefícios, os consumidores poderão acessar os aplicativos, sem saírem do ambiente da TV aberta.

Fonte: Convergência Digital

 

 

INFORME EUROPEO CONCLUYE QUE EL 5G PUEDE SER USADO PARA SERVICIOS AUDIOVISUALES

08-JUN/2020

The EBU has published a ground-breaking report on the potential of 5G to be used for the distribution of audiovisual media content and services to mobile devices. Current unicast mobile broadband connections lack the cost-effectiveness and scalability required to properly support the distribution of mobile media services at scale. 5G – the set of mobile technologies that are being defined under the 3GPP umbrella – has the potential to address this problem.

Its main conclusion is that technically, 5G may be able to meet the distribution requirements of both PSM and commercial media providers through the use of a combination of 5G mobile broadband and 5G broadcast. To get there, close collaboration between the stakeholders is a must, and there is work to be done on collaborative broadcast/mobile networks in terms of the joint use of spectrum and site assets.

The report incorporates contributions from stakeholders from across the entire value chain, including public and commercial broadcasters, broadcast and telecom network operators, equipment manufacturers, and technology providers. It covers the requirements as seen from the media sector and the potential as seen from the technology side, as well as different aspects of spectrum, business elements and network design.

The document is available for download as EBU Tech Report 054.

https://tech.ebu.ch/docs/techreports/tr054.pdf

 

 

MEXICO. IFT PUBLICA LINEAMIENTOS PARA MENSAJES DE ALERTA

12-FEB/2020

El Instituto Federal de Telecomunicaciones (IFT) publicó los Lineamientos que establecen el Protocolo de Alerta Común conforme al lineamiento cuadragésimo noveno de los Lineamientos de Colaboración en Materia de Seguridad y Justicia, así como los mecanismos para que los concesionarios y, en su caso, autorizados del servicio móvil y de radiodifusión colaboren, oportuna y efectivamente, con las autoridades competentes en la implementación y operación de dicho protocolo en México.

Entre otros aspectos, los Lineamientos prevén que los mensajes de alerta ante posibles riesgos o situaciones de emergencia se difundan de manera oportuna, precisa, gratuita, e irrestricta a los usuarios y a las audiencias.

Para el servicio móvil, inicialmente se hará mediante una aplicación, considerando que dichos usuarios deben recibir los mensajes de alerta, independientemente de su esquema de contratación, saldo mínimo determinado, o de que su línea telefónica no cuente con saldo o datos disponibles; mientras que para las audiencias de televisión abierta y de paga, se deberán desplegar los mensajes de alerta en pantalla, con un fondo de color rojo, texto en blanco de forma en que pueda ser visto en cualquier televisor.

Para la elaboración de estos Lineamientos, el Instituto realizó una consulta pública que permitió recabar comentarios de la industria, de especialistas en la materia y del público en general, mismos que enriquecieron el proyecto. Asimismo, a efecto de escuchar a las autoridades, realizó una serie de reuniones de trabajo e intercambio de información con diversas instituciones, entre ellas la Coordinación Nacional de Protección Civil, el Centro Nacional de Prevención de Desastres y la Dirección General de Protección Civil.

Los Lineamientos sientan las bases para que los concesionarios y autorizados colaboren de forma oportuna y efectiva con las autoridades competentes en la implementación y operación del Protocolo de Alerta Común por riesgo o situaciones de emergencia, para lo cual deberán realizar y, en su caso, permitir las adecuaciones necesarias de su infraestructura, sistemas o instalación de interfaces, para la correcta recepción y difusión de los mensajes de alerta.

Con esta disposición se permite homologar la información contenida en los mensajes de alerta que serán difundidos a la población, así como dar prioridad a éstos, conforme a lo establecido por la Coordinación Nacional de Protección Civil, sin que otras señales, protocolos, códigos, contenidos o cualquier otro aspecto ajeno a los mismos afecte su difusión.

Estas medidas aprobadas por el IFT coadyuvarán en la labor de alertar ante fenómenos a los que México puede enfrentarse en cualquier momento, como ciclones, sismos o tsunamis, con el objetivo de realizar las acciones necesarias para salvaguardar la vida, integridad y salud de la población.
 

 

 

cuando surgio la radio en el automovil y como evoluciono

28-DIC/2019

Durante décadas, los vehículos fueron recibiendo diferentes tipos de modificaciones como la incorporación de nuevos materiales, el incremento de elementos de seguridad o el aumento de tecnología. Desde la creación del automóvil en 1886 hasta la llegada del nuevo siglo, los pocos modelos existentes hasta ese momento comenzaron adoptar las primeras modificaciones. Con el surgimiento de diferentes empresas pioneras del rubro automotor, la intensificación para sumar elementos inéditos que impulsen el entretenimiento durante el viaje comenzaron a dar sus primeros frutos.

Uno de los objetos relacionado con este tipo de avances fue nada más y nada menos que la radio, una fiel compañera a la hora de conducir. La persona encargada de hacer realidad este medio instalado en los automóviles fue George Frost, un habitante de Chicago (Estados Unidos) quien en 1922 desarrolló un prototipo radiorreceptor compacto que poseía dos botones giratorios que servían para controlar el dispositivo.

A pesar que de “manera oficial” este artefacto vio la luz a comienzos de la década de 1920, existen registros en Chelmsford, Inglaterra, que revelan que hacia fines del siglo XIX algunos automóviles poseían pequeños receptores de señales sonoras.

¿Cuál fue el primer auto en incorporar la radio? El prototipo de Frost debutó en un Ford T. En ese mismo año también se pudo ver un “Marconiphone” en un Daimler expuesto en el Olympia Motorshow, un show realizado en Inglaterra. Ninguna era una radio diseñada para un automóvil, sino radioreceptores portátiles adaptados.

Radio en el auto

Las primeras radios específicas para autos fueron la Airtone 3D de Radio Auto Distributors y la Batt. 115-1926 de All American Mohawk Corporation, lanzadas entre 1925 y 1926, aunque no hay fecha exacta del lanzamiento de cada una y queda abierta la disputa sobre cuál fue la primera.

 



Otra de las empresas fue Philadelphia Firma Storage Battery, compañía que en 1927 comenzó a vender radios compactas de casi 20 kilos que podían ser adaptadas a diferentes vehículos de la época, aunque no alcanzaron el éxito. La primera empresa en presentar una radio instalada de serie en sus modelos premium fue Studebaker, tras un acuerdo con la firma alemana Blaupunkt en la década del treinta.

Durante esos años se popularizó la venta de radio para autos en Estados Unidos, pero con los modelos ofrecidos por Motorola y Philco que costaban casi la mitad del precio de un auto y tenían pocos compradores. El artefacto más exitoso durante los ’30 fue el Motorola 5T71 con un valor que rondaba los 130 dólares.

Tiempos de guerra

A lo largo de la década de 1940, con la Segunda Guerra Mundial de trasfondo, los avances tecnológicos y el desarrollo de las comunicaciones fueron clave para la expansión de la radio a nivel global, como uno de los principales medios de comunicación de masas. Con el paso de los años, el costo fue bajando y la radio se popularizó, pero estas sólo recibían AM, algo lógico en una época donde las FM no eran algo muy usual.

El aumento en la demanda de estos artefactos y las nuevas tecnologías hizo que los dispositivos en los vehículos sean más simples y puedan llegar a más cantidad de modelos.

Frecuencia modulada

La Motorola FM-900 lanzada en 1959 fue la primera radio de auto con frecuencia modulada vendida en masa, a pesar de que siete años antes Blaupunkt ya había comenzado a ofrecer receptores FM. Con la llegada de los primeros transistores en el comienzo de la década de 1960, la manipulación de la radio fue más sencilla y el sonido comenzó a ser más nítido para el oyente.

El casete

Luego de que en 1963, Motorola, Ford y Delco Remy presentaran dispositivos capaces de recibir señales AM y FM, en 1966 Philips comenzó la comercialización de la primera radio con reproductor de casetes con lectura dos caras, elemento que permitió a los pasajeros de determinados vehículos escuchar las canciones preferidas de cada uno de ellos. Además, con el correr de los años ’70 vieron la luz las primeras radios extraíbles.

 



El CD y el MP3

Con el lanzamiento del CD en 1982, la practicidad y la calidad tanto de este elemento, como del sonido fue completamente notoria. Marcas como Pioneer, Philips, Panasonic, Sony o Kenwood comenzaron a ganar protagonismo con el reemplazo del casete por el disco compacto, proceso que se intensificó en la década de 1990 y principios del nuevo siglo, sin perder de vista el auge del sonido digital.

A partir de la simpleza de compresión con el formato MP3 cerca de los años 2000, los reproductores comenzaron a sintonizar automáticamente las emisoras y produjeron que casi ni se sientan los cambios en el dial al cambiar de zona.

Nueva era, más tecnología

Con el MP3 como plena novedad y los inéditos dispositivos de almacenamiento como USB, los CD comenzaron un proceso de retirada en los vehículos. Además de la incorporación de sistemas de infoentretenimiento, con pantallas que permiten emparentar el teléfono móvil con el equipo, los avances en los reproductores de audio impulsaron la creación de aplicaciones para celulares como Spotify o Google Play, sumadas a Android Auto o Apple CarPlay.

La conexión bluetooth también fue un punto troncal en este nuevo proceso, acompañado de los servicios de straming y las señales vía satélite que mejoran la ubicación como los servicios de GPS. Es relativo, pero todos estos avances hicieron que la radio deje de ser uno de los principales puntos de atracción del auto y se transforme en un accesorio presente en los inéditos sistemas multimedia.

Fuente: Parabrísas

 

 

 

el problema de las interferencias del 5g a las parabolicas domesticas de tv

06-DIC/2019

Em audiência sobre a adoção do 5G, Abratel defende solução definitiva para interferência da tecnologia nas parabólicas domésticas

Nesta quarta-feira (27), a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) promoveu uma audiência pública para discutir a implementação do 5G no Brasil. A interferência da quinta geração no serviço de cobertura da TV aberta via parabólica (TVRO) ganhou espaço no encontro proposto por Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), autor do requerimento da audiência pública. Atualmente, 22,1 milhões de domicílios, localizados nas periferias das grandes cidades, em municípios interioranos e regiões rurais, dependem da antena parabólica para ter acesso livre, gratuito e de qualidade à TV aberta.

Em sua apresentação, considerando a faixa de frequências indicadas pela Anatel para o Leilão do 5G, o representante da Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abratel), Wender Souza, reiterou que a tecnologia irá interferir na recepção da televisão aberta por parabólicas domésticas na banda C. “Existem diversas aplicações que são inerentes ao 5G, mas, neste momento, nós precisamos também discutir a perenidade e a manutenção de um dos serviços – em contraponto ao 5G – mais antigos que nós fazemos uso no Brasil: a TVRO, conhecida popularmente como antenas parabólicas”, explicou Souza.

O engenheiro da Associação apontou uma solução definitiva para esse imbróglio envolvendo o leilão do 5G e a radiodifusão: a proposta dos radiodifusores é migrar todos os usuários do serviço de TVRO doméstica da banda C para a banda Ku, liberando a faixa de 3,5 GHz para o uso da tecnologia 5G.

Para isso, haverá a necessidade de distribuir kits de recepção de satélite na banda Ku, usando fundos do leilão, para a população de baixa renda que possua equipamentos de recepção por parabólica da banda C e que esteja cadastrada no Cadastro Único do Governo Federal – o correspondente a 11,2 milhões de domicílios.

A visão do setor é que, indo para a frequência mais alta, não haverá preocupação futura, caso a Anatel decida ampliar a faixa dedicada ao 5G para frequências superiores à 3,6 GHz.

“A solução da radiodifusão, prioritariamente, preserva o acesso da população ao serviço da TVRO, assim, é socialmente adequada. Economicamente, se pensarmos em longo prazo, o 5G precisa evoluir – e evoluirá. Incontestavelmente, a demanda por espectro irá surgir. Por isso, não há dúvida de que a nossa proposta é a melhor solução”, defendeu o engenheiro.

Fuente: Abratel

 

 

 

LA UIT PRESENTA UN INFORME SOBRE INTELIGENCIA ARTIFICIAL EN RADIODIFUSION

31-MAY/2019

La UIT acaba de publicar un nuevo informe en el que se exponen las posibles aplicaciones de la inteligencia artificial (IA) en el proceso de elaboración y distribución de contenidos de radiotelevisión.

En este informe se examina el uso que se da actualmente a la IA con objeto de optimizar los flujos de trabajo inherentes a la producción de programas de radiodifusión, mejorar la evaluación de la calidad audiovisual, utilizar de manera eficiente el espectro de frecuencias en la distribución de contenidos de radiotelevisión y, recientemente, crear nuevos programas a través de la minería de archivos y orientar automáticamente los contenidos a audiencias o personas específicas.

Por ejemplo, la IA se está utilizando para extraer contenido de amplios archivos, localizar contenidos automáticamente para su distribución internacional y generar servicios de acceso, tales como servicios de subtitulado, audiodescripción, texto a voz e interpretación en lengua de signos, de una forma mucho más rápida y precisa que en el pasado.

El informe, titulado Artificial Intelligence systems for programme production and exchange (sistemas de inteligencia artificial para la producción y el intercambio de programas) refleja la labor que la UIT ha venido realizando en la materia y se sirve de las experiencias de creadores de programas y organismos de radiodifusión a ese respecto.

"La UIT está colaborando con diversas partes interesadas a fin de aprovechar la capacidad de la IA de mejorar la calidad de vida a escala global y buscar soluciones a los mayores desafíos del mundo", afirmó el Secretario General de la UIT, Sr. Houlin Zhao. "Ello nos ayuda a identificar aplicaciones prácticas de IA capaces de acelerar la consecución de los Objetivos de Desarrollo Sostenible de las Naciones Unidas, que es a lo que nos estamos dedicando esta semana en la Cumbre Mundial AI for Good", declaró.

"Aún queda mucho trabajo por hacer para que la aplicación de la IA en la elaboración de programas y la distribución de contenidos redunde en beneficio del público", afirmó el Sr. Mario Maniewicz, Director de la Oficina de Radiocomunicaciones de la UIT. "También hemos de asegurarnos de que los sistemas empleados interactúen entre sí. Este y otros Informes y Recomendaciones de la UIT contribuyen al logro de ese objetivo", adujo.

La Comisión de Estudio 6 amplía su labor en materia de IA

Las Comisiones de Estudio de la UIT son espacios en los que los Miembros de la Unión pueden colaborar para atender las prioridades de todos los Miembros de la organización. Las Comisiones elaboran los fundamentos técnicos de los acuerdos de la UIT y las actividades conexas. Las Comisiones de Estudio del Sector de Radiocomunicaciones de la UIT (UIT-R) se ocupan de temas tales como la gestión y utilización eficaces del espectro de radiofrecuencias y de los recursos orbitales; las características y la calidad de funcionamiento de los sistemas de radiocomunicaciones; la comprobación técnica del espectro; las radiocomunicaciones de emergencia para la protección pública y las operaciones de socorro en caso de catástrofe; las radiocomunicaciones libres de interferencias; la radiodifusión de radio y televisión; y las nuevas tecnologías de radiocomunicaciones.

El reciente informe en materia de AI responde a la Cuestión UIT-R 144/6 de la Comisión de Estudio 6 (Servicio de radiodifusión), relativa a la "Utilización de la inteligencia artificial (IA) en la radiodifusión", que se aprobó en enero de 2019.

El Sr. Yukihiro Nishida, Presidente de la Comisión de Estudio 6 (CE 6) del UIT-R, declaró: "La inteligencia artificial se está convirtiendo en una herramienta esencial para aumentar la productividad y la fiabilidad en el ámbito de la radiodifusión y está ampliando sus aplicaciones en la cadena de radiodifusión de extremo a extremo, de la que es responsable la CE 6. Es importante entender sus repercusiones en la radiodifusión. La CE 6 proseguirá este estudio a fin de ayudar a los organismos de radiodifusión a optimizar su utilización".

El Sr. Andy Quested, Presidente del Grupo de Trabajo 6C del UIT-R, que supervisa la labor en materia de IA, indicó que, ante la constante expansión de los formatos, plataformas y reglamentos a los que se enfrentan los organismos de radiodifusión, se está reclamando que las tecnologías intuitivas y didácticas se conviertan en herramientas vitales para los creadores de programas y los organismos de radiodifusión. Gracias a la IA, los creadores de programas se están dedicando a lo que mejor saben hacer: crear los contenidos más destacados y atractivos posibles.

La Sra. Poppy Crum (EE.UU.), Vicepresidenta del Grupo de Trabajo 6C del UIT-R, ha estado dirigiendo este proyecto en colaboración con otros miembros para crear un informe sinóptico único sobre el estado actual de los sistemas inteligentes aplicados a la elaboración de programas y al intercambio internacional de programas.

En los trabajos de las Comisiones de Estudio del UIT-R participan más de 5.000 especialistas de administraciones, de la industria de las telecomunicaciones en su conjunto y de organizaciones académicas de todo el mundo.

Fuente: UIT
 

 

 

 

los smart-speakers incrementaran la audiencia en radio

16-ABR/2019

Más de 140 radiodifusores brasileños llenaron la sala Monet del Hotel Bellagio, en Las Vegas, durante el desayuno promovido por ABERT, en asociación con la Asociación de Emisoras de Radio y Televisión del Estado de São Paulo (AESP), el martes (martes, 9).

Récord de público está participando en la NABSHOW 2019, considerada la mayor feria mundial de equipos y servicios para las áreas de tecnología, radio, TV y entretenimiento.

Durante el encuentro de la ABERT, los radiodifusores tuvieron la oportunidad de compartir experiencias con el vicepresidente del Departamento de Tecnología y administrador del Comité de Radio de la NAB (Asociación Nacional de Broadcasters), David Layer, que presentó datos sobre los cambios en el comportamiento del público americano con el uso de los smart-speakers (altavoces inteligentes).

De acuerdo con Layer, el tradicional receptor de radio AM y FM está en extinción en los hogares estadounidenses, pero los smart-speakers han impulsado el consumo de radio por streaming.

La encuesta señala que la audiencia de la radio está en transformación y el escenario es positivo: el 25% de los oyentes usan el dispositivo para escuchar música por radio y el 15% para las noticias y los programas de conversación. El 28% usa para preguntas generales y el 27% para las condiciones del tiempo.

Consumo de radio por los jóvenes

David Layer también destacó sobre el consumo de radio por los jóvenes en Estados Unidos. La música sigue en alta y estable con respecto a los años anteriores: el 31% prefiere escuchar la radio por el medio tradicional, mientras que el 27% oye por streaming. Para el público de entre 16 y 19 años, la radio tiene la preferencia del 12%, mientras que el 60% prefiere escuchar por streaming.

El 25% del público en general oye música por smartphones. El 30% prefiere la radio AM / FM, pero los números varían en las bandas de los jóvenes entre 16 y 19 años: el 45% oye por smartphones, y el 7% en el receptor.

ABERT pide fin de migración AM / FM y digitalización de TV

En un discurso en la apertura del Café de la mañana de la radiodifusión brasileña, el consejero de ABERT, Flávio Lara Resende, resaltó datos de investigación que muestran la confianza que la población brasileña tiene en las noticias transmitidas por la radio (64%) y por la televisión (61%). Recordó que sólo entre el 11% y el 17% consideran las redes sociales confiables y criticó la asimetría regulatoria que involucra al mundo digital.

"Empresas que se dicen de tecnología distribuyen información y entretenimiento, vendiendo espacios publicitarios. Es decir, tienen el mismo producto que tenemos y se financian en el mismo mercado, pero no aceptan semejanza de reglas, como, por ejemplo, la responsabilidad ", afirmó.

Lara Resende defendió la desregulación de la radiodifusión y dijo que el sector espera ver concluidas las políticas públicas en marcha, como la migración de la radio AM hacia el FM y la implementación de la TV digital.

Además de empresarios y profesionales de radio y TV y periodistas, participaron del Cafe de la Mañala de la Radiodifusión Brasileña, el secretario de radiodifusión del Ministerio de Ciencia, Tecnología, Innovaciones y Comunicaciones, Elifas Gurgel, el director de Radiodifusión Comercial, Flávio Lima, el consejero de Anatel, Moisés Moreira, el asesor Dulcídio Pedrosa y los diputados David Soares (DEM-SP), Cleber Verde (PRB-MA) y Julio César Ribeiro (PRB-DF).

Gordon Smith destaca el valor de la radiodifusión

El lunes, el presidente de la NAB (National Association of Broadcasters), Gordon Smith, afirmó durante la inauguración de la NABSHOW 2019, que "todos tienen una historia para contar", en una referencia al tema de este año "Every story starts here ". Para él, "la historia de un radiodifusor es la historia de un héroe". La NABSHOW 2019, tuvo lugar en Las Vegas, entre los días 6 y 11 de abril.

EEUU quiere simetría regulatoria

En un encuentro promovido por la Asociación Internacional de Radiodifusión (AIR), el lunes, el presidente de la NAB (National Association of Broadcasters), Gordon Smith, habló sobre el futuro de la radiodifusión y se mostró bastante confiado con el periodismo, "más necesario que nunca". Para Gordon Smith, "los radiodifusores que invierten en tecnología y contenido con foco en lo local serán siempre relevantes". De acuerdo con Gordon Smith, "en Estados Unidos, comienza a quedar claro que las redes sociales son el marco cero de las falsas news y demócratas y republicanos están discutiendo qué hacer con las grandes empresas de tecnología, ya que la asimetría regulatoria necesita ser equalizada".

Participaron en el encuentro en un hotel de Las Vegas, consejeros de ABERT e integrantes del Consejo Directivo de AIR.

Fuente: Abert
 

 

LA UNION EUROPEA IMPULSA RECEPTORES DE RADIO DIGITAL EN AUTOMOVILES

26-NOV/2018

The EBU welcomes a decision by the European Parliament plenary to formally endorse new legislation requiring that radio sets in new cars across the EU are capable of digital terrestrial radio reception. The EU 'Electronic Communications Code' is expected to be approved by the European Council in the course of November and enter into force towards the end of 2018.

The new code requires that radio sets integrated in new passenger vehicles across the EU are capable of digital terrestrial radio reception, in addition to existing FM or AM functionality. With new car sales during the first half of 2018 of nearly 8.5 million vehicles (source: ACEA), this represents a huge boost to digital radio. Once the directive comes into force, countries will have a two year period within which to transpose the code into national legislation.

The directive also gives formal EU consent for member states to introduce their own rules on mandating digital functionality in consumer receivers, as has been seen in Italy and currently exists in France. Such a ruling would provide a similar level playing field for the home market, although the precise definition of what constitutes an applicable radio device would be key.

The key text, Article 113, Annex XI reads as follows:

"Any car radio receiver integrated in a new vehicle of category M [motor vehicles with at least four wheels designed and constructed for the carriage of passengers] which is made available on the market for sale or rent in the Union from … [two years after the date of entry into force of this Directive] shall comprise a receiver capable of receiving and reproducing at least radio services provided via digital terrestrial radio broadcasting."

Voicing his support on behalf of the European Digital Radio Alliance, the EBU's Head of Radio, Graham Dixon said:

"Individual countries are at different stages of digital radio implementation. This directive will ensure that transition is smoother for all territories, as well as ensuring that vehicles crossing national boarders will continue to receive radio throughout Europe. Though we nowadays enjoy a variety of platforms, digital radio provides for stable, subscription-less radio reception without dependence on intermediaries, universally available and not susceptible to data overload. We can be pleased that the European Parliament has recognised the importance of secure radio reception in this way."

Chair of the EBU's Strategic Programme for Radio, Paolo Casagranda (RAI) gave his backing:

"The European Parliament decision is a strong message of support for the digitization of radio. Radio is a popular and appreciated service in the car, and digital radio provides more choice and quality to listeners. This requirement moves the market towards better serving the listeners and we see it as an important step in the evolution of radio."

His co-chair, Javier Sanchez Perez (RTVE) added:

"We welcome this step towards the harmonization of digital radio across Europe. To further this goal, the EU should consider the inclusion of digital radio in its plans for a Digital Single Market (DSM). Defining a common strategy for digital radio across a range of devices, not just automotive, would encourage countries to develop their own roadmaps for a transition to digital radio. This would have clear benefits for citizens and other stakeholders."

 

 

INTERFERENCIAS EN RECEPTORES DEL SISTEMA DAB DE RADIO

08-NOV/2018

Ever wondered why your DAB radio works in one corner of the room, but not in another? Sometimes, something as seemingly innocuous as a modern household appliance can wreak havoc with wireless communications. In denser urban environments this is a common problem, and one that is often hard to trace for individuals. The EBU and ITU (International Telecommunication Union) held a joint workshop last week to raise awareness of the risk of such interference into digital radio services from modern devices and LED lights.

Invisible noise

Administrations and broadcasters are seing an increase in the number of reported cases of interference to DAB(+) reception. Many of these cases can be attributed to a rising environmental "noise floor" on radio frequencies, caused by the proliferation of devices such as LED lighting systems, household appliances, and tools that use efficient and lightweight, but electromagnetically noisy, switch-mode power supplies.

At the joint EBU-ITU workshop, the participants discussed the results of measurements and tests in several countries as well as the role of administrations and Standardization Organizations in limiting this interference. After opening remarks from François Rancy, Director of the ITU Bureau of Radiocommunication (BR), and Yukihiro Nishida, Chairman of the ITU's Study Group 6, two EBU Member organizations – NRK from Norway and RTS from Switzerland – as well as European broadcast network operator Arqiva from the UK, presented their respective findings and analyses of factors causing such interference.

What can be done to limit interference?

A rising noise floor could seriously compromise service availability of current and future radiocommunication services, particularly indoors. With that in mind, the conference turned its attention to possible mitigation strategies, such as standards to improve equipment design that would help to minimize RF noise emanating from electrical devices.

It was noted that the problems experienced in particular with LED lighting systems are symptomatic for a number of deeper underlying problems. A common factor is the now near-universal use of switch-mode techniques in power supplies and AC to DC and DC to DC power converters. These tend to produce high levels of radio-frequency (RF) energy, which appears as radiated emissions across wide ranges of frequency and leakage of RF energy onto electrical mains wiring. Increasing levels of RF energy on mains wiring then causes thermal stress and rapid ageing of filter components in other connected equipment, thus creating a vicious circle of degradation and increasing RF noise. These factors are particularly evident with LED lighting systems on account of their ubiquitous use these days.

A presentation by the Norwegian spectrum regulator, and the ensuing conversation with representatives of other administrations in the audience, produced some valuable starting points to help better address these issues from a policy angle. The EBU representative to the International Special Committee on Radio Interference (CISPR) gave a remote presentation on the important role of CISPR in setting the limits of emissions that the non-radiocommunication devices should not exceed. Finally, speakers from the EBU, BBC and ITU presented the ITU-R's role in specifying the system parameters, planning parameters and protection requirements of the broadcasting systems.

All presentations and information about the programme and the speakers can be found on the ITU webpage for the Workshop on ‘Interference to DAB reception.’

Fuente: Ebu
 

PRUEBAN RECEPTOR HIBRIDO DE RADIO CONTROLADO
 POR VOZ

19-SEP/2018

The European Broadcasting Union (EBU) is partnering with PILOT, an innovation initiative of the National Association of Broadcasters (NAB), to co-fund the development of a prototype voice-controlled hybrid radio. Hybrid radio combines broadcast radio with internet connectivity to provide compelling user experiences, such as adding voice controls. The prototype is being unveiled and demonstrated today in the EBU stand (Hall 10, booth F20) at IBC2018.

The prototype developed under this joint project shows how existing voice assistants such as Amazon Alexa and Google Assistant can be utilized to make smart decisions about the best way to listen to a radio station. The technology can apply the voice commands of a listener to determine whether to use over-the-air (OTA) or streaming to tune the station based on broadcaster parameters and the available hardware in the device. With success, PILOT and the EBU intend to release the proof of concept code on a royalty-free basis to manufacturers for use in production implementations of voice assistant devices.

The EBU’s Ben Poor welcomed the joint project, saying that “radio reaches 85 percent of European citizens every week, overwhelmingly through free-to-air broadcast FM and DAB+. But smart speakers and other voice-controlled devices are becoming an important platform for innovation in radio. By demonstrating that combining the best of broadcast and the internet generates value for both content producers and audiences, the EBU and NAB are working to ensure that the vital role of radio and its benefits for communities and societies are maintained.”

NAB Executive Vice President and Chief Technology Officer Sam Matheny said: “Voice control and smart speakers are experiencing tremendous growth in popularity, and this prototype effort demonstrates how hybrid radio and OTA delivery can be a part of this evolution. We are delighted to partner with our friends at the EBU on this collaboration and we believe it can benefit broadcasters around the globe.

At IBC2018, the EBU stand is located in Hall 10, location F20. Following IBC2018, PILOT plans to demonstrate the prototype voice-controlled hybrid radio at the 2018 Radio Show in Orlando, Florida (September 25-28).
About PILOT

PILOT is a coalition of innovators, educators and advocates dedicated to advancing broadcast technology and cultivating new media opportunities. PILOT propels broadcast television and radio into the future. It provides a platform for innovation, an engine for incubation, a venue for testing new technologies and a forum for broadcaster education. Learn more at www.nabpilot.org.

About NAB

The National Association of Broadcasters is the premier advocacy association for America's broadcasters. NAB advances radio and television interests in legislative, regulatory and public affairs. Through advocacy, education and innovation, NAB enables broadcasters to best serve their communities, strengthen their businesses and seize new opportunities in the digital age. Learn more at www.nab.org.

About EBU

The European Broadcasting Union (EBU) is the world’s foremost alliance of public service media (PSM). Our mission is to make PSM indispensable. We have 119 member organizations in 56 countries in Europe, and an additional 33 Associates in Asia, Africa, Australasia and the Americas. Our Members operate nearly 2,000 television and radio channels alongside numerous online platforms. Together, they reach audiences of more than one billion people around the world, broadcasting in more than 160 languages. We strive to secure a sustainable future for public service media, provide our Members with world-class content from news to sports and music, and build on our founding ethos of solidarity and co-operation to create a centre for learning and sharing. Eurovision Services, our business arm, has an outstanding global reputation and is the first choice media services provider for many media organizations and sport federations around the world.

We have offices in Brussels, Rome, Dubai, Moscow, New York, Washington DC, Singapore and Beijing. Our headquarters are in Geneva. Discover more about the EBU on www.ebu.ch.

 

 

ALERTA POR INTERFERENCIAS CON LA BANDA-C SATELITAL

07-JUL/2018

The World Broadcasting Unions (WBU) is calling on regulators and satellite operators around the world to work together to protect the upper part of the C-Band, a frequency range used predominantly for satellite downlinks. The European Broadcasting Union is a member organization of the WBU, the coordinating body for broadcasting unions representing broadcaster networks around the globe.

In a position paper published on 26 June 2018, the WBU writes that crucial C-Band frequencies used for satellite services are coming under threat from terrestrial and mobile services licensed to operate on adjacent frequencies. Broadcasters are reporting interference of such services with the fragile signals received from geostationary satellites, the WBU notes.

Small disturbance, big impact

Interference with satellite downlink signals can cause large-scale service disruptions. So-called Fixed Satellite Services (FSS) in the C-Band are an integral and cost-effective part of many broadcast supply chains, allowing broadcasters to deliver their services across large distances. But as most countries don't require the receive-only sites for these services to be registered, the operators often have little recourse when problems occur, says the WBU.

The EUROVISION satellite network also makes extensive use of the C-Band, in particular of the 3,600-4,200 MHz band, for coverage in Asia, Africa and America.

Mobile competition

In its position paper the WBU also warns that a potential allocation of further C-band spectrum to mobile services would bring “chaos to the economics of broadcasting by satellite, potentially interrupting services to audiences around the world.” The C-Band downlink frequencies between 3,400-4,200 MHz are used extensively for FSS applications throughout the world and “will continue to be used for the foreseeable future, in particular above 3,600 MHz”, the WBU writes.

Fuente: Ebu
 

TV PIRATA: UN MAL QUE ACECHA AL MERCADO NORTEAMERICANO

07-DIC/2017

Un estudio reveló que los servicios de piratería televisiva están siendo utilizados en un 6,5 por ciento de los hogares de Canadá y Estados Unidos con acceso de banda ancha. Esto le cuesta a los proveedores legítimos miles de millones de dólares al año. Además, la televisión pirata es aparentemente responsables de más tráfico que las descargas en torrents.

Se cree que puede haber 7 millones de suscriptores estadounidenses y canadienses de servicios de televisión pirata. Estos cuestan generalmente alrededor de 10 dólares al mes. Ese es el equivalente a 840 millones de dólares de ingresos al año. Así lo reveló un análisis de Sandvine, compañía que vende equipos a proveedores de banda para controlar la congestión de red.

“Nuestra investigación revela que a través de múltiples redes de acceso fijo de nivel 1, el 6.5% de los hogares se comunican con servicios conocidos de piratería televisiva, y estos servicios representaron más del 6% del tráfico descendente en las horas pico de la noche”, resalta Sandvine en su informe.

Es difícil saber cuántas personas que usan servicios piratas comprarían un paquete tradicional de televisión por cable o satélite si la opción de piratería no existiera. De acuerdo con Ars Technica, si todas esas personas compraran un paquete de TV legal por 50 dólares al mes, eso equivaldría a otros 4,2 mil millones de ingresos al año para los proveedores de televisión legales de Estados Unidos y Canadá.

¿Cómo funciona la ‘televisión pirata’?

Los servicios piratas intentan replicar la experiencia de televisión en vivo ofrecida por los proveedores de cable y satélite. Eso incluye eventos deportivos en vivo, que a menudo solo se pueden ver legalmente mediante la compra de una suscripción tradicional de televisión de pago. Además de los deportes en vivo, Sandvine encontró un uso significativo de los servicios de televisión pirata para ver televisión premium, como ‘Game of Thrones’ de HBO, canales de noticias y contenido internacional.

Esto podría explicar por qué el número de suscripciones de televisión por cable y satélite ha estado cayendo en los últimos años. Los servicios de televisión pirata pueden cobrar precios mucho más bajos que las compañías de cable y satélite porque no les pagan a los programadores por el contenido, señaló Sandvine.

Por último, el estudio señala que el uso de televisión ilegal sigue siendo bajo en comparación con los servicios de streaming legítimos como Netflix. Sandvine cree que “estos servicios de piratería de video y televisión representan una amenaza real para las fuentes de ingresos de los proveedores de servicios de comunicaciones”.

Fuente: Enter.co

 

 

TRAS EL DESASTRE PROVOCADO POR EL HURACAN, HABITANTES DE PUERTO RICO PIDEN A APPLE QUE ACTIVE EL CHIP DE FM EN LOS IPHONES

02-OCT/2017

Los habitantes de Puerto Rico, actualmente sumidos en el desastre causado por los devastadores efectos del huracán María a su paso por la isla, están exigiendo a Apple que active el chip que permite recibir señal de radio FM que tienen los iPhones inhabilitados con el fin de facilitar la gestión de la información tras la tragedia.

Durante 19 horas ininterrumpidas mientras el huracán Irma azotaba Florida, el DJ Nio Fernández transmitió actualizaciones en español desde los estudios en San Petersburgo de la emisora 92.5 Máxima, recibiendo reportes de aquellos atrapados en sus casas mientras el viento y la lluvia golpeaba la zona.

"Había una sensación de desesperación en las voces de la gente", dijo de las llamadas a la estación. "Necesitaban saber lo que estaba pasando".

Los esfuerzos de Fernández permitieron que los oyentes que habían perdido el servicio de electricidad, de telefonía celular y de internet siguieran el progreso de la tormenta usando los chips de radio FM integrados en sus teléfonos inteligentes.

Pero no los usuarios de iPhones. Aunque el teléfono incluye el chip de FM, Apple ha optado por no activar la función, una medida que los críticos dicen podría poner vidas en peligro.

La FM en iPhone, de nuevo a debate
El tema ha atraído nuevo escrutinio tras los huracanes que devastaron Puerto Rico, y partes de Texas y Florida. El jueves, el presidente de la Comisión Federal de Comunicaciones (FCC, por sus siglas en inglés), Ajit Pai, pidió a Apple que activara los microprocesadores en nombre de la seguridad pública.

"Espero que la compañía reconsidere su posición, dada la devastación causada por los huracanes Harvey, Irma y María", dijo Pai en un comunicado. "Es por eso que le estoy pidiendo a Apple que active los chips de FM que están en sus iPhones. Es hora de que Apple asuma la responsabilidad y ponga la seguridad del pueblo estadounidense primero".

En el Congreso, el Senador Bill Nelson de Florida está liderando los llamados para que los fabricantes de teléfonos móviles activen los chips de radio FM incorporados en casi todos los teléfonos inteligentes. Estas exhortaciones se han dirigido en particular a Apple, cuyo iPhone cuenta con más de 40 por ciento del mercado estadounidense de teléfonos inteligentes.

"Los radiodifusores están proporcionando información sobre cómo evacuar rápidamente, dónde están las aguas de las inundaciones, cómo salir del peligro si hay un tornado o un huracán", dijo Dennis Wharton, un portavoz de la Asociación Nacional de Radiodifusores. "La idea de que Apple o cualquier otra persona bloquearía este tipo de información es algo que nos resulta bastante preocupante".

La competencia sí lo permite
El grupo ha estado presionando a la industria durante varios años para permitir a los usuarios de teléfonos acceder a la función de radio FM. Actualmente, muchos de los principales fabricantes, como Samsung, LG y Motorola, permiten el uso del chip. Apple es la única empresa importante que no lo ha hecho, según Wharton.

Los críticos dicen que Apple no quiere canibalizar su servicio de streaming dando a los propietarios de iPhones el acceso al servicio de radio gratuito. Una portavoz de Apple dijo que la compañía no comentaría sobre el asunto.

La radiodifusión es a menudo la forma más duradera de comunicación durante desastres a gran escala cuando otra infraestructura falla, dijo Jamie Barnett, exjefe de seguridad pública de la Comisión Federal de Comunicaciones. Dejar que la gente sintonice emisoras a través de sus teléfonos les permitiría mantenerse informados en circunstancias drásticas como las recientemente vistas en Texas, Florida y Puerto Rico, dijo Barnett, quien hoy trabaja como abogado en Venable en Washington.

Fuente: Economía Hoy

la nab critica el plan de microsoft de usar espacios de tv en blanco para internet rural

12-JUL/2017

In response to reports of a Microsoft proposal to use television white spaces to provide wireless broadband in rural areas, the following statement can be attributed to NAB Executive Vice President of Communications Dennis Wharton:

"It's the height of arrogance for Microsoft -- a $540 billion company -- to demand free, unlicensed spectrum after refusing to bid on broadcast TV airwaves in the recent FCC incentive auction. Microsoft's white space device development has been a well-documented, unmitigated failure. Policymakers should not be misled by slick Microsoft promises that threaten millions of viewers with loss of lifeline broadcast TV programming."

About NAB
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Nota relacionada:

ACUERDO ENACOM-MICROSOFT PARA LLEVAR INTERNET A LUGARES REMOTOS A TRAVES DE TV-WS

SUECIA. PRUEBAN SISTEMA EN AMBULANCIAS QUE INTERRUMPE LA SEÑAL DE LA FM

18-ENE/2017

Estudiantes suecos presentaron un proyecto para que las ambulancias en emergencia envíen un mensaje que interrumpa la música del equipo de audio de los vehículos cercanos. De esa forma, por más que el volumen de la radio esté muy alto, los conductores podrán anticiparse y abrir paso.

La iniciativa estará dos meses a prueba en Estocolmo, Suecia. La desarrolló un grupo de alumnos del KTH Royal Institute of Technology de esa ciudad. Lo que hace el sistema es transmitir una señal que se reproduce automáticamente en los equipos con Radio Data System (RDS). El RDS es un protocolo de comunicación que permite enviar datos a través de la señal de una emisora.

Dicho de otro modo: siempre y cuando el equipo de audio esté prendido, no importa que suene la radio, un CD o vía bluetooth la música del celular. El aviso siempre llegará.

El EVAM System, como se llama, está diseñado además para tener en cuenta el tipo de camino. Así, se enviará más rápidamente en una autopista, donde los vehículos van a mayor velocidad y por ende tienen menos tiempo para reaccionar.

Florian Curinga, uno de los estudiantes que forma parte del proyecto, explicó que el mensaje de alerta que llegará será tanto sonoro como visual, y utilizará la banda de FM.

"Normalmente los conductores tienen solo unos segundos para reaccionar cuando viene un vehículo de emergencia. Pero lo óptimo sería entre 10 y 15 segundos", agregó Mikael Erneberg, quien también forma parte de la iniciativa.

Cuando esté listo, esperan que alcance a dos tercios de los vehículos de la capital sueca.

Fuente: Wired

 

LA CARPA DE LA RADIODIFUSIÓN (OPINION)

06-MAY/2020

Por Edgardo Molo - Asesor Técnico Legal - Especialista en Radiodifusión - Periodista

Desde siempre, durante mis años de vida (que son muchos), gran parte de ella ha sido acompañada por un imborrable recuerdo de mi más tierna infancia, y más tarde, de mis hijos (hoy todos mayores) a los cuales también los he llevado para compartir con ellos aquello de lo que yo había gozado con tanta alegría: EL CIRCO.

El circo, una actividad de variedades artísticas muy presente durante años y años en muchísimas generaciones soportando embates de todo tipo (de la naturaleza, de las políticas, de las autoridades, de las economías, etc., etc., etc.). El circo, fue entretenimiento, asombro, magia, destreza, y por supuesto, fue cultura. Como se puede advertir, existe una gran semejanza entre el circo y la radiodifusión. El primero, precisa indefectiblemente un permiso para ocupar un terreno determinado y al mismo tiempo una “carpa” de protección para poder funcionar; y el segundo, también necesita de un permiso (licencia) y de un “espacio radioeléctrico” seguro para funcionar.

Estas cuestiones se suman a otras que tienen que ver con sus mentores, sus propietarios y las familias que adoptan esa forma de vida para deleite de sus seguidores. Tanto el circo como la radiodifusión son dos expresiones amadas por sus cultores y acérrimos defensores.

Para el dueño y/o director de un circo y sus artistas, la “carpa” resulta ser extremadamente vital para su existencia, de la misma manera que el “espacio radioeléctrico” para el radiodifusor y sus trabajadores. Es una perfecta analogía.

Cierta vez, el propietario de un circo muy reconocido, que atravesaba por una tremenda crisis política y económica, comentaba que en tales circunstancias a él no le importaría tener que vender elementos y materiales de su circo (camiones, jaulas, animales, arneses, carromatos, etc.) para poder mantener las familias que vivían de la recaudación de sus funciones. Pero, como pensamiento final y dramático dijo que si dicha situación lo llevara a tener que deshacerse de SU CARPA, eso, sin ninguna duda, sería el final de su CIRCO.

Dicho comentario me llevó a reflexionar sobre lo que significan las frecuencias atribuidas a radiodifusión para la existencia de ese servicio tan popular y necesario a nivel fundamental; me hizo reflexionar sobre la importancia que tiene el servicio. Las frecuencias de radiodifusión son como la carpa para el circo.

Los que amamos ese servicio esencial “debemos quemar todas las naves en su defensa”, porque si se pierden “las frecuencias”, eso sería el final de nuestro CIRCO.

 

 

¿A QUE SE REFIEREN CUANDO SE HABLA DEL 33%? (OPINION)

15-NOV/2016

Por: Edgardo Molo (Periodista/Especialista en medios)

Muchas personas se preguntan respecto a este tema. Y muchos más, entre los que me cuento, nos preguntamos: ¿Un 33% de qué cosa, de espectro radioeléctrico o de medios?

Seguramente, otros recordarán cuando se decía que la nueva ley de medios impulsada por el anterior gobierno contemplaría un reparto proporcional de las posibilidades de existencia de medios de comunicación audiovisual, y que tal distribución consistiría en la reserva de espacios, de la siguiente manera: 33% para el Estado Nacional; 33% para Sin Fines de Lucro y 33% para los Privados.

¿Y a la Iglesia Católica, cuál de esos espacios le correspondería?, porque la iglesia es una Persona Jurídica de Carácter Público, pero, no es estatal; no es una entidad sin fines de lucro y tampoco es una Persona Jurídica Privada. Tal vez, y de acuerdo a lo ya acontecido con ella (respecto a su Canal 21 de UHF y su traspaso a la órbita de TELEFE), deba ocupar hasta el 1%, de lo que fuera ese 33%. Si la forma de reparto, concluyera siendo la que aquí se cuestiona, sería sumamente injusto.

Al respecto, se podría pensar que, si bien la idea aparenta ser equitativa, en la realidad de los hechos no ha podido alcanzar tal nivelación, así como tampoco podría hacerlo si lo que se pretendía era lograr una administración ideal que conformase a los distintos sectores en pugna y a la sociedad en su conjunto. El criterio históricamente empleado por la administración pública, para garantizar la “igualdad de posibilidades”, ha sido el “orden de prelación” de los pedidos (sin importar la procedencia de los mismos), dado, que de esa manera se impide la existencia de algún stock libre e inutilizado por ausencia de demanda, mientras haya quienes pudieran brindar el servicio en forma inmediata y así satisfacer al interés público, declarado por todas las leyes.

La reserva previa de espacios, mediante la fijación de cupos determinados como los citados más arriba, solo sirven para dar una imagen de supuesta equidad administrativa, pero, nada más. Una verdadera y transparente administración espectral se controla mediante el sello, de Mesa de Entradas, conteniendo número de Actuación, fecha y hora de la recepción de cada uno de los trámites iniciados. Dicho procedimiento evita también posibles prácticas discrecionales.

En principio, deberíamos pensar que ese reparto proporcional se efectuaría sobre el espectro de frecuencias radioeléctricas destinadas a los servicios de radiodifusión y en todas las áreas de servicio que existan dentro del territorio nacional y según resulte de los estudios correspondientes a las distintas y posibles “comparticiones de espectro”, las que deben considerar múltiples factores de incidencia, como, potencia, altura de antenas radiantes, distancia entre emisoras, topografía, etc., antes de establecer “factibilidades técnicas” de asignación.

Es así, que deberíamos imaginar entonces los costos que acarrearían a los organismos encargados de definir con certeza las proporciones “intangibles” de ocupación, por rubro.

Una tarea de cumplimiento imposible. Una verdadera utopía, o un nuevo relato.

La verdadera igualdad de posibilidades para acceder a las frecuencias y a las licencias se establece de manera directa cuando todos los solicitantes pueden obtener el “orden de prelación” de su trámite, conformar los requisitos del mismo, para que, luego de comprobada la existencia de la obligada e ineludible “factibilidad técnica de asignación” (esto es: disponibilidad de frecuencia libre), acceder a la autorización del servicio.

Si nos atenemos a lo que emana de los convenios internacionales suscritos por nuestro país respecto a la libertad de expresión e información y que son parte de nuestro máximo ordenamiento jurídico, veríamos que el Estado Nacional no puede ni debe asignarse ningún 33% de las posibilidades existentes (espectrales o no) con el objeto de satisfacer una inexistente o pretendida igualdad de derechos, habida cuenta, que el Estado no debe competir con los privados en materia de medios, puesto que, además, esos derechos –indudablemente- fueron establecidos en favor de los gobernados, y no, para beneficio de los gobernantes. O sea, que desde el comienzo mismo de la idea, ya estábamos en el umbral de la violación de un derecho especialmente protegido por nuestra Constitución Nacional.

El restante 66%, quedaría en una “dudosa espera” de que aparezcan pedidos en representación de los sectores previstos de entidades “sin fines de lucro” o de los “privados”, con lo cual, deberíamos hacer permanentes ejercicios para poder creer en la “buena fe” de quienes se presenten como FUNDACIÓNES o como ONG´s, después de haber contemplado las irregularidades ya cometidas mediante estas figuras. Si pensamos que estas entidades podrían ser “sostenidas” por el Estado mediante subsidios o pautas publicitarias, llegaríamos a la conclusión de que este 33% se sumaría al 33% del Estado, reforzando de manera avasallante su preponderancia comunicacional.

Quedaría entonces, el 33% correspondiente a la actividad privada. Un total despropósito ante semejante “inequidad”.

En el área de Capital Federal y Gran Buenos Aires estaban en juego 414 MHz. (69 canales x 6 MHz.= 414 MHz.), pues bien, la Ley de Medios Nº 26.522 fue dictada en el año 2009, estableciendo proporciones del 33% para los sectores citados, pero, muy a pesar de la ley, y en el año 2012, mediante el Decreto 2426, la atribución de la banda destinada a los servicios de radiodifusión fue modificada asignando 18 canales, sobre una banda ya saturada, para uso de las telecomunicaciones.

Es decir, que se hablaba de proporciones ya inexistentes en esos tiempos, se trazaban objetivos futuros sobre frecuencias irregularmente adjudicadas y por consiguiente: ocupadas por licenciatarios, operativos o no. En realidad, nunca hubo algo para repartir de forma alguna. Todavía no ha sido elaborado un Plan Técnico definitivo que establezca determinado servicio, al margen del analógico actualmente vigente. Tampoco existe una norma que permita asignar un ancho de banda por debajo de los 6 MHz. (como se hizo con la TDA). Por lo tanto, se están tomando medidas sin los suficientes respaldos normativos, tanto en lo técnico, como en lo legal.

ASIGNACIÓN EN LA TV DIGITAL ABIERTA, DIRECTA Y GRATUITA (OPINION)

08-JUL/2021

(introducción sobre algunos conceptos de carácter genérico)
El titular de un canal de una estación radioeléctrica es el poseedor de la planta transmisora, con equipo transmisor propio y sistema irradiante, que genera el “terreno radioeléctrico necesario”.
En el caso del Servicio de Radiodifusión de Televisión, abierta, directa y gratuita, analógica o digital, la Normativa Nacional en materia de frecuencias del espectro es también coherente con la Normativa Internacional de la Unión Internacional de Telecomunicaciones (U.I.T.) a través de un Convenio Internacional aprobado por la Ley Nro. 23.478 en la Argentina.
Esta última establece que, en la Región 2, la canalización radioeléctrica, por cada titular asignado, está definida para las tres Américas por una porción de frecuencias con un ancho de banda de 6 MHz., dentro del cual es posible  técnicamente albergar más de una señal digital abierta de 24 horas de duración en forma simultánea, con muy buena calidad técnica.
Con esta última posibilidad, en este nuevo sistema de irradiación digital, se tendrían que evitar conflictos presentes y futuros, completamente innecesarios, dentro de los “consorcios” en cada canal radioeléctrico.
Para llegar a ese objetivo tendría que haber una suerte de “afinidad” entre los integrantes de cada “consorcio”, para lo cual tendrían que haber algunas migraciones en el espectro destinado al Servicio de Radiodifusión de TV digital, ya asignado.

EN EL CASO DE LA ZONA DEL AMBA (Área Metropolitana Buenos Aires):
(sólo como un ejemplo muy notable)
La estación radioeléctrica del actual “Canal Orbe 21” de TV abierta, directa y gratuita fue asignada en Buenos Aires mediante un Decreto P.E.N. del año 2001 a una Institución Pública de la Iglesia Católica con la señal distintiva LRL 456, como titular del canal radioeléctrico 21, como sexto canal en esa zona de un servicio primario abierto y último asignado en el sistema  analógico, después de los canales tradicionales 2, 11, 9, 13 y 7 en la misma zona y todos estos con plantas de irradiación propia, ahora digital y también analógica, en esta transición.
Precisamente en esta transición al sistema digital, según la Resolución Nro.1631 del ENACOM (Ente Nacional de Comunicaciones) del 9 de marzo de 2017, dicha emisora ha sido asignada de la siguiente manera:
 - CANAL RADIOELÉCTRICO:  21
- UBICACIÓN: CABA (Ciudad Autónoma de Buenos Aires)
- TITULAR DEL CANAL: una persona jurídica privada con planta de irradiación al aire propia del mismo titular  (señal digital 21.1) y con definición de imagen.  FULL HD 1080.
- La señal digital 21.2 de la IGLESIA CATÓLICA es transportada por dicho titular, con definición de imagen HD720
- Radio del área primaria de los dos servicios asignados en TV ABIERTA DIGITAL: 70,9 Kilómetros.
(es decir: similar a las áreas primarias de servicio de las emisoras de TV tradicionales de Buenos Aires asignadas con plantas de irradiación propias).

COMENTARIO:
(a fin de subsanar esta situación)
Sin entrar en otras consideraciones, desde el punto de vista de la administración del espectro de frecuencias sólo restaría en este caso, o similares, la re-asignación, por parte del ENACOM, de la señal digital 21.1 al canal radioeléctrico 27.
Con lo anterior se ampliaría con más señales digitales a este último canal, ya que completaría un “consorcio” con prestadores privados afines, ya que son asociados comercialmente y aprobados por el ENACOM.
De esta manera se daría pie a la instalación de la propia planta de irradiación de la Institución Pública Iglesia Católica en el sistema digital, con lo cual se restituiría el concepto de “titularidad” que se inició anteriormente con la Resolución Nro. 10090 del ENACOM del 29 de diciembre de 2016 en esta transición hacia el sistema digital.
Lo anterior implica también no cerrar el camino para un futuro desarrollo en la TV digital abierta, como “reserva para expansión del servicio” que estableció siempre el Organismo de Administración del Espectro de Frecuencias.
En ese sentido se daría la posibilidad futura de mayor cantidad de señales digitales en un canal radioeléctrico completo autorizado en el año 2001 a una Institución Pública que trasciende el tiempo, como reserva permanente más allá de cuestiones temporarias.
Esa Institución de Carácter Público no estatal está amparada por el Art. 21 de la Ley de Servicios de Comunicación Audiovisual Nro. 26.522, partiendo del Art. 2 de la Constitución Nacional.
Además, en esta situación, se debería considerar que es el único canal de TV abierto, directo y gratuito en la zona del AMBA, que puede cumplir un rol de colaboración en múltiples tareas con el Estado, a través de este servicio al público en general en una zona muy diversa, que alberga alrededor de 15 millones de personas.

Ing. Alberto Cravenna (M.N. del CO.P.I.T.E.C. 1352)
Buenos Aires, 1° de julio de 2021.

 

 

ASIGNACIÓN EN TV DIGITAL ABIERTA EN LA ARGENTINA (OPINION)

08-JUL/2021

(Algunas reflexiones a fin de evitar conflictos actuales y futuros)

Con el método de “asignación” de las señales digitales menores a 6 MHz. de ancho de banda, por medio del organismo estatal correspondiente, se han producido notorias distorsiones que se deberían ir subsanando desde ahora.

Una distorsión, por ejemplo, sucede cuando a una Persona Jurídica Privada ya le fue adjudicada una licencia para una “señal digital” y no puede emitir porque al “licenciatario operador” (propietario del transmisor y antena) aún no se le ha adjudicado la correspondiente licencia, junto con la imposibilidad de que la TDA estatal pueda subsanar esta situación en tiempo y forma.

Según la Ley Nacional 26.522 de Servicios de Comunicación Audiovisual, en sus artículos 7 y 21:
Ref. Art. 7: “La administración del espectro radioeléctrico, atento su carácter de bien público se efectuará en las condiciones fijadas por la presente ley y las normas y recomendaciones internacionales de la Unión Internacional de Telecomunicaciones u otros organismos pertinentes…”
Ref. Art. 21: “…Son prestadores de los Servicios de Comunicación Audiovisual:
a) Personas de derecho público estatal y no estatal.
b) Personas de existencia visible o de existencia ideal, de derecho privado, con o sin fines de lucro.”
Considerando estos artículos de la ley vigente habría que tener en cuenta, en el caso de la TV ABIERTA DIGITAL, el cumplimiento de la Normativa Internacional de la Unión Internacional de Telecomunicaciones (U.I.T.).

Esto es en conjunto con la de Argentina ya que la misma adhiere a un Convenio Internacional con esa Institución de la ONU, aprobado por Ley 23.478 del año 1986.

Respecto de la “asignación por canal radioeléctrico” dada por dicha Normativa, desde el punto de vista de la administración estatal del espectro de frecuencias, dicha asignación es para el poseedor del transmisor y antena, con la responsabilidad correspondiente ante la autoridad de aplicación y la sociedad, respecto de esa porción de frecuencias.

El titular de esa porción de frecuencias de 6 MHz., denominado “licenciatario operador”, es el poseedor del equipo transmisor y sistema irradiante, que genera el “terreno radioeléctrico” con ese ancho de banda, dentro del cual se pueden albergar más de una “señal digital”.

Considerando también el denominado “dividendo digital”, se deberían “agrupar” las distintas “señales digitales” dentro de los distintos canales de 6 MHz.” por entidades que tengan cierta afinidad entre los mismos.

Como primera consideración, se debería tener en cuenta el tipo de Persona Jurídica del titular de la licencia o la autorización de cada canal radioeléctrico, ya sea Pública Estatal, Pública no estatal, Privada con fines de lucro y Privada sin fines de lucro.

Esto último es importante ya que se debería tener en cuenta que, de acuerdo a la legislación, respecto de las Personas Jurídicas Públicas se le otorga una “autorización”, sin precisar ningún término de la misma. En cambio, a las Personas Jurídicas Privadas se les otorga una licencia por un determinado período de tiempo.

En ese sentido es dable considerar también que la correspondiente “licencia” (como por ejemplo, “licenciatario operador”) para una Persona Jurídica Privada tiene sus lógicos altibajos, contrariamente a las Personas Jurídicas Públicas estatales y no estatales que son Instituciones estables en el tiempo. Lo anterior implica evitar conflictos actuales y futuros que pueden suceder cuando se “asignen” ambas Personas Jurídicas en el mismo canal radioeléctrico.

Todo esto tiende a considerar a cada canal radioeléctrico como una suerte de “consorcio en un mismo edificio”, con entidades más afines, con una suerte de “programas” simultáneos que duran 24 horas, a los efectos de una mayor justicia y equidad. Y por lo tanto, mayor armonía.


Ing. Alberto Cravenna (M.N. del CO.P.I.T.E.C. Nro. 1352)

Buenos Aires, 4 de noviembre de 2020.

PARA EL CASO DEL CANAL RADIOELÉCTRICO 21 DE BS. AS. :
En el contexto de la migración de la TV abierta analógica a la digital en la zona de Buenos Aires, y a partir de la Resolución Nro. 1631 ENACOM 2017, se asignaron distintas señales digitales.

Desde el punto de vista de la administración del espectro de frecuencias y con el método utilizado respecto de la asignación de las mismas, se le quitó la titularidad del canal radioeléctrico 21 a una Persona Jurídica de Carácter Público no estatal.

A esa Institución Pública se le había otorgado la titularidad en ese canal radioeléctrico, desde el año 2001 mediante Decreto del P.E.N. Nro. 1314.

A fin de subsanar este error aparentemente no advertido, pero tan inequitativo respecto del resto de las emisoras de TV abierta de la misma zona, habría que “re-asignar”, por parte del ENACOM, la “señal digital” 21.1 (ALFA TV) al canal radioeléctrico 27 para agruparla junto con las otras “señales digitales” 27.1 (BRAVO TV) y 27.2 (NET TV).

Con esta solución ese canal radioeléctrico 27 agruparía a tres “señales digitales” de entidades de “derecho privado” que son afines, según actas publicadas del Directorio del ENACOM.

Según la legislación vigente en la materia, los conceptos expresados implican la restitución de dicha titularidad del canal radioeléctrico 21, a fin de no cercenar posibilidades ciertas de libertad de expresión, por ejemplo, con múltiples señales digitales simultáneas en el ámbito de la comunicación “digital”, especialmente para el futuro de esa Institución Pública.

Ing. Alberto Cravenna (M.N. 1352 del CO.P.I.T.E.C.)
Buenos Aires, 11 de noviembre de 2020.

 

 

 

 

 

POSIBLE ORDENAMIENTO INICIAL DEL ESPECTRO DE RADIODIFUSIÓN TELEVISIVA (OPINION)

27-AGO/2020

Los siguientes conceptos básicos (en cuanto a la asignación en un muy escaso espectro radioeléctrico, especialmente en zonas conflictivas como el AMBA) deberían ser aplicados, a fin de cumplir con la Normativa Nacional (Res. 7 SECOM 2013), basada en la Normativa Internacional de la U.I.T para la Región Mundial III (las tres Américas), que establecen una canalización para el titular de la porción de frecuencias asignada, correspondiente al Servicio de Radiodifusión de Televisión Abierta (analógica o digital) de 6 MHz. (no menor).

Tal como ha ocurrido en la historia del Servicio de Radiodifusión a través del espectro de frecuencias destinado al mismo, ya sea de AM, FM o TV, en nuestro país se canaliza en una porción de frecuencias de 10 KHz., 200 KHz y 6 MHz., respectivamente. Con el advenimiento de la TV ABIERTA DIGITAL, esa porción de frecuencias asignada por el Organismo Administrador de Frecuencias, no cambió en ese aspecto.
Con esta premisa el criterio sería (en esta transición hacia la TV ABIERTA DIGITAL y para su desarrollo armónico), en asignar esa porción de frecuencias al titular de la misma (en este caso de 6 MHz.) a fin de que efectúe un verdadero servicio abierto a la comunidad, con la consecuente libertad de expresión y equidad.

En el caso concreto del AMBA por ejemplo, en el espectro del Servicio de TV ABIERTA DIGITAL, que va del canal radioeléctrico 21 al 36 de la Banda de UHF, según la Res. 10090 ENACOM del 29 DIC 16 y su modificatoria, Res. 1631 ENACOM del 9 MAR 17, existen 4 tipos de Personas Jurídicas: Pública Estatal, Pública no estatal, Privada con fines de lucro y Privada sin fines de lucro.

Además, actualmente existen cuatro canales radioeléctricos cuyo titular es el Estado Nacional (22, 23, 24 y 25, que conforman el sistema TDA estatal), con capacidad espectral suficiente para albergar un número considerable de señales abiertas digitales simultáneas con buena definición de imagen, de modo tal que posee la potestad de compensar en lo posible las falencias producidas, en su momento, por el mismo Estado Nacional, respecto a la reducción del espectro disponible, de manera de brindar un servicio a la comunidad mediante la asignación (de tipo experimental) dada por el Decreto del P.E.N. 1010 /10.

SIN PERJUICIO DE OTRAS CONSIDERACIONES AL RESPECTO, SÓLO UN SIMPLE Y BREVE ANÁLISIS DE LA SITUACIÓN TÉCNICO-LEGAL ACTUAL, SOBRE LOS CANALES RADIOELÉCTRICOS 21 AL 36:
En el caso de los canales 21 y el 27: la Res. 1631 ENACOM del 9 MAR 17, a partir de sus considerandos, se ve claramente que se le quitó nuevamente la titularidad del canal radioeléctrico 21, ya autorizada mediante un Decreto del P.E.N. del año 2001, a una Persona Jurídica Pública no estatal y que se la sustituyó por el de una Persona Jurídica Privada. Dicha titularidad había sido antes recuperada hacía menos de dos meses y medio mediante la Res. 10090 ENACOM del 29 DIC 16. A partir de esa Res. 1631 ENACOM del 9 MAR 17, desde hace muy pocos meses atrás, se emite en ese canal con una planta transmisora (21.1 ALFA TV), perteneciente a una entidad privada que “transporta” la señal 21.2 de esa Persona Pública no estatal.

Por lo tanto, sería lógica la reasignación de dicha señal privada (21.1) al canal radioeléctrico 27, ya que así podría integrarse con las señales digitales privadas con fines de lucro afines, que son BRAVO TV (27.1, planta transmisora) y NET TV (27.2, en funcionamiento), ya que hace unos meses atrás públicamente se han asociado (ver actas publicadas en el sitio web del ENACOM). Con esto se dejaría, a su vez, dicho canal radioeléctrico 21 completo, pero libre, no condicionado, a fin de que en un futuro puedan emitir múltiples señales, teniendo en cuenta que su titular es la única Persona Jurídica Pública no estatal en emisión de TV abierta en el AMBA.

Respecto de los canales 23, 24 y 26: también existe otra anomalía, dentro de una evidente falta de espectro en la misma AMBA. Existe una repetición de señales abiertas que están emitidas en forma privada y simultáneamente por el sistema público estatal de la TDA. Esto se puede comprobar fácilmente. Están repetidas en la misma zona la señal digital 24.2 (de la TDA estatal) y la señal 26.1 (con planta de transmisión privada propia), como también las señales 23.3 (de la TDA estatal) y 26.2 (con planta de transmisión privada propia).

Respecto del canal radioeléctrico 25: existe otra anomalía, dentro de una evidente falta de espectro. Tiene repetida la misma señal digital en 25.1 y 25.4, ya que ambos emiten “en cadena” en la misma zona.
Respecto del canal radioeléctrico 32: con múltiples señales que serían afines (Personas Jurídicas Privadas sin fines de lucro), se estima que desde el inicio habría consenso, ya que conforma una especie de “consorcio en un mismo edificio”.

Respecto de los canales radioeléctricos 33 y 36: en su momento sería posible migrar la asignación de las dos señales digitales correspondientes a las personas jurídicas públicas de los Gobiernos de la Ciudad y de la Provincia de Buenos Aires, respectivamente, a un canal radioeléctrico de la TDA estatal.

Respecto de los canales radioeléctricos 35 y 34: las dos restantes asignaciones de señales digitales (Universidad Nacional de Buenos Aires y una reserva, respectivamente), el tratamiento podría ser semejante.

Vemos así que los dos casos anteriores permitirían dejar libre, para un futuro, también la posibilidad de la emisión en muy alta definición de imagen, lo cual ocupa todo un canal de 6 MHz. completo, para todos los canales privados abiertos tradicionales del 33 al 36, a fin de dejar desarrollar totalmente la TV abierta privada, con todas sus posibilidades potenciales en cuanto a calidad de imagen y mejores producciones futuras.

Esta migración de Personas Jurídicas Públicas representarían 4 señales digitales transportadas por el mismo sistema estatal TDA, que con lo expresado anteriormente, podrían ubicarse en los espacios vacantes de dicho sistema digital estatal con señales digitales de alta calidad como se puede comprobar fácilmente, con un receptor de TV y una antena de recepción en los canales 22 y 25, donde albergan hasta 5 (cinco) señales digitales, cada uno de ellos. Esto último se podría implementar paulatinamente, en la medida del momento de salida al aire de cada señal, que no sería igual para cada una.

Consideramos que estos criterios básicos a aplicar cuando se efectúa la asignación de la porción de frecuencias correspondientes a cada titular (poseedor del transmisor y antena) que genera el canal radioeléctrico de 6 MHz., serían muy provechosos, ya que un cierto sentido común indicaría también que se produzca una mayor justicia y equidad posible sin conflictos futuros innecesarios en la TV ABIERTA DIGITAL, para su mejor desarrollo en todo el país.

Ing. Alberto César Cravenna (M.N. del COPITEC Nro. 1352)
Buenos Aires, 12 de agosto de 2020.

 

 

 

 

 

POSIBLES SOLUCIONES INICIALES DE CARÁCTER TÉCNICO-LEGAL EN EL ESPECTRO DE LA TV DIGITAL ABIERTA EN LA ZONA MÁS CONFLICTIVA (AMBA). (OPINION)

01-JUL/2020

En evidente que habrá que encarar la subsanación de bastantes cuestiones a solucionar en el futuro, relacionados con aspectos que datan de mucho antes, con referencia al tema del poco espectro de frecuencias destinado al Servicio TV ABIERTA que queda desde que fue cercenado desde el año 1980, por la misma Autoridad de Aplicación estatal en la materia, a fin de destinarlo para otro tipo de Servicio adioeléctrico no abierto y gratuito.

Se sabe que esta lamentable situación desembocó, con esta transición a la TV ABIERTA DIGITAL, especialmente en el Área de Buenos Aires, en conflictos y una desigualdad manifiesta con una falta de equidad muy evidente y pública.

Sin perjuicio de una solución de fondo, y a fin de no seguir sosteniendo una situación de una muy evidente inequidad en ese espectro, citamos por ejemplo, dos casos que indicarían una muy notoria “desprolijidad” en materia de la administración del espectro de radiodifusión televisiva en el AMBA:

Para el caso del canal radioeléctrico 29 de UHF de Quilmes en el Gran Buenos Aires implementado como de tipo comunitario, autorizado por el Censo de la Autoridad de Aplicación correspondiente, establecido a fines del año 2009 (1), dicha emisora ha sufrido una interferencia en el mismo canal debido a una medida judicial que recayó en una antigua empresa de TV codificada que primitivamente tenía 10 canales analógicos de 6 MHz. de TV “codificada” dentro de la banda de 700 MHz. (canales 52 a 69 que más tarde fue atribuida a otro servicio radioeléctrico, no de TV ABIERTA), con lo cual tuvieron que ser re-asignados por la Autoridad de Aplicación en la banda debajo del canal radioeléctrico 37, atribuida al Servicio de TV ABIERTA.

A partir de dicha medida judicial, se produjo una reasignación de un servicio que no es de radiodifusión televisiva (actualmente es un servicio TIC) que generó una interferencia a un sistema que la misma Autoridad de Aplicación, en el año 2009, había autorizado en ese Censo para un futuro concurso de TV ABIERTA analógica (que nunca se efectuó), generando un conflicto posterior, con lo cual se ve claro que hasta que se resuelva esta situación conflictiva, se sabe que lo básico del espectro es no interferir técnicamente.

Sin embargo en este tema habría mucho “desconocimiento” del mismo, ya que esos 10 canales radioeléctricos de 6 MHz. analógicos (con una señal de TV cada uno), con categoría C en el standard PAL N, no equivalen a 10 señales en el digital argentino (como habría sido esa re-asignación) sino que serían muchas más, ya que cada canal puede albergar más de una señal de TV, como lo demuestran por ejemplo el Canal 22 y el Canal 25, ambos de la TDA estatal con 5 señales de TV de buena calidad, cada uno.

Si fuera así, la solución desde el punto vista del ahorro de espectro, alcanzaría con sólo 2 o 3 canales de 6 MHz. analógicos asignados en forma provisoria, para tener en cuenta los correspondientes derechos adquiridos en cuanto a la cantidad de señales primitivas. La otra solución (más sencilla), por lo menos hasta que se resuelva la situación de conflicto, aunque sea provisoria, sería (para no seguir interfiriendo), apagar sólo la emisión en el canal radioeléctrico 29, hasta tanto se resuelva el conflicto, ya que, por vía judicial, tampoco no se haría justicia por el largo tiempo empleado en la solución del problema. Otro tema es de la Normativa Nacional, en materia de frecuencias del espectro, coherente con la Internacional (U.I.T.), que establece que, para el servicio de TV abierta analógica o digital, la canalización radioeléctrica está definida para las tres Américas, por cada titular asignado, una porción de ancho de banda de 6 MHz. (no menor), con lo cual cada titular de la misma es el poseedor de la planta transmisora con equipo transmisor propio y sistema irradiante que genera ese “terreno radioeléctrico”, ahora también para irradiación digital.

Por lo tanto en este nuevo sistema de irradiación digital también se tendrían que evitar conflictos innecesarios en un determinado “consorcio”, con lo cual tendrá que haber una afinidad muy evidente entre los integrantes del mismo, por supuesto no aplicable en los casos en que se utilice todo ese “terreno radioeléctrico” para muy alta definición de imagen.

Para el caso del canal radioeléctrico 21, que fue el primero al que se le asignó un canal analógico abierto y gratuito de 6 MHz. mediante Decreto del P.E.N. 1314 del 2001, destinado a una Institución de carácter público (no estatal), en la misma banda de UHF donde se iba a desarrollar, posteriormente, una transición a la TV digital, no se le asignó otro canal radioeléctrico en UHF donde se lo duplicaba en digital (llamado canal “espejo”), como es el caso del resto de los canales en VHF.

Por lo tanto, en esta transición al sistema digital de canales pre-existentes a la misma es imprescindible conservar toda esa porción asignada completa como posesionaria de ese “terreno propio”, por lo cual la misma tendría el derecho de seguir ocupando ese canal radioeléctrico en forma “completa” en el sistema digital también, especialmente en esta circunstancia particular, con su propio transmisor y antena ubicada en Villa Devoto de la Ciudad de Buenos Aires, teniendo en cuenta que, de lo contrario, sería perder ese espacio radioeléctrico con esa titularidad que le corresponde, para su necesaria independencia.

Qué es lo que sucede con los demás canales abiertos tradicionales, el 2, 7, 9, 11 y 13, e incluso los nuevos “subcanales” digitales privados 21.1 (ALFA TV), 27.1 (BRAVO TV) y 27.2 (NET TV) de Buenos Aires. Por lo menos, los demás canales abiertos tienen mayor libertad de expresión, considerando que los mismos poseen planta transmisora propia, ya que son “afines” en ese “terreno propio”.

Lamentablemente se ve muy claro que en la actual transición al sistema digital hubo un error muy evidente en la asignación para una Persona Jurídica de Carácter Público, donde la Resolución ENACOM Nro. 1631 de marzo de 2017 fue el punto de partida de una situación muy anómala, ya que se “le quitó la titularidad del espacio radioeléctrico” y con ello la independencia necesaria, teniendo en cuenta que el servicio no es “directo” como lo establece la definición de “Servicio de Radiodifusión”, congruente con la asignación de ese canal radioeléctrico 21 a una Institución Pública, dada por dicho Decreto del P.E.N.

Para este caso, sin perjuicio de otras consideraciones, habría que “reasignar” el “subcanal” digital 21.1 (ALFA TV) al canal radioeléctrico 27, junto con los otros “subcanales” digitales 27.1 (BRAVO TV) y 27.2 (NET TV) del mismo canal (con lo cual quedaría con tres “subcanales” digitales , ya que son afines), a los efectos de dejar libre el canal radioeléctrico 21, cuyo titular es una Persona Jurídica de Carácter Público (y no una Persona Jurídica de Carácter Privado), por lo cual de esta manera se podrían “restablecer” las emisiones (en el sistema digital) desde Villa Devoto.

Con lo expresado y especialmente en esta situación de emergencia que implica la presente pandemia, a fin de que se puedan desarrollar mejores servicios con la TV ABIERTA, habría que ir subsanando estos evidentes errores de manera técnico-legal, ya que dado lo multifacético del tema, sería muy conveniente ir subsanando, ahora, este tipo de inequidades que son muy injustas y evidentes públicamente, aunque sea en forma previa, a través de pasos sucesivos de un reordenamiento más general del espectro de radiodifusión televisiva abierta, directa y gratuita.

(1) Extracto inicial de la publicación en el sitio web “Radiodifusión Data”:
EL NUEVO COMFER CONVOCA A UN CENSO DE TV DE BAJA POTENCIA Y RADIOS CON LICENCIA, SIN LICENCIA, AUTORIZADAS, CON PPP Y RECONOCIDAS

06-ENE/2010
La Autoridad Federal de Servicios de Comunicación Audiovisual dictó tres resoluciones para iniciar el proceso de relevamiento y ordenamiento de licencias de estaciones de radio y televisión.

Las tres resoluciones, dictadas el 29 de diciembre último, llevan la firma del presidente del directorio del organismo, Juan Gabriel Mariotto y fueron publicadas en el Boletín Oficial el 5 de enero.

Ing. Alberto Cravenna (M.N. del COPITEC 1352)

Buenos Aires, 13 de junio de 2020.

 

 

 

 


DOS CANALES RADIOELÉCTRICOS Y UN POSIBLE REORDENAMIENTO DE LOS MISMOS COMO PRIMER PASO ACTUAL (OPINION)

16-JUN/2020

¿Cuál es la situación que habría que cambiar?

La Normativa Nacional, en materia de frecuencias del espectro, coherente con la Internacional (U.I.T.), establece para el servicio de TV abierta analógica o digital, una canalización (canal radioeléctrico), por cada titular asignado, una porción de ancho de banda de 6 MHz., con lo cual el titular de la misma es el poseedor de la planta transmisora con equipo transmisor propio y sistema irradiante.

El canal radioeléctrico 21 fue el primero al que se le asignó un canal analógico abierto y gratuito de 6 MHz., en el Área de Buenos Aires, mediante Decreto del P.E.N. 1314 del 2001, en este caso a una Institución de la Iglesia Católica, en la misma banda de UHF donde se iba a desarrollar, posteriormente, una transición a la TV digital, pero no se le asignó otro canal radioeléctrico donde se lo duplicaba en digital (llamado canal “espejo”).

Por lo tanto, en esta transición al sistema digital es imprescindible conservar toda esa porción asignada completa como posesionaria de ese “terreno propio”, en este caso de la Iglesia Católica, por lo cual la misma tendría el derecho de seguir ocupando ese canal radioeléctrico en forma “completa” en el sistema digital también, especialmente en esta circunstancia particular, con su propio transmisor y antena en el ámbito del Seminario Metropolitano de Buenos Aires, ya que de lo contrario sería perder ese espacio con esa titularidad que le corresponde, con su necesaria independencia.

¿Qué sucede con los demás canales abiertos tradicionales, el 2, 7, 9, 11 y 13, e incluso los nuevos “subcanales” digitales privados 21.1 (ALFA TV), 27.1 (BRAVO TV) y 27.2 (NET TV) de Buenos Aires?

En evidente que habrá que encarar la subsanación de bastantes cuestiones a solucionar en el futuro, relacionados con aspectos que datan de mucho antes, con referencia al tema del poco espectro de frecuencias para la TV ABIERTA que queda desde que fue cercenado desde el año 1980 por la misma Autoridad de Aplicación estatal en la materia, a fin de destinarlo para otro tipo de Servicio Radioeléctrico no abierto y gratuito.

Se sabe que esta lamentable situación desembocó, con esta transición a la TV ABIERTA DIGITAL, especialmente en el Área de Buenos Aires, en conflictos y una desigualdad manifiesta con una falta de equidad muy evidente y pública, especialmente en este caso del canal radioeléctrico 21, ya que, por lo menos, los demás canales abiertos tienen mayor libertad de expresión, considerando que los mismos poseen planta transmisora propia, que son los que generan ese “terreno propio”, con cierta independencia.

Se ve claro que en la actual transición al sistema digital, se deslizó finalmente un error muy evidente, donde la Resolución ENACOM Nro. 1631 de marzo de 2017 fue la causante de una situación anómala, ya que se le quitó la titularidad de la asignación de ese canal radioeléctrico 21, a la Iglesia Católica, dada por ese Decreto del P.E.N. mencionado.

¿Cuál sería un camino de comienzo de la subsanación?

Desde el punto de vista estrictamente técnico-legal, dado lo multifacético del tema, sería bueno ir subsanando paso a paso este caso particular, en cierto modo más sencillo y muy evidente, aunque sea en forma previa, a través de pasos sucesivos de un reordenamiento más general del espectro de radiodifusión televisiva abierta, directa y gratuita.

Para este caso, sin perjuicio de otras consideraciones, habría que “reasignar” el “subcanal” 21.1 (ALFA TV) al canal radioeléctrico 27, junto con los otros “subcanales” 27.1 (BRAVO TV) y 27.2 (NET TV) del mismo canal (con lo cual quedaría con tres “subcanales”, ya que son afines), a los efectos de dejar libre el canal radioeléctrico 21, cuyo titular es una Persona Jurídica de Carácter Público (y no una Persona Jurídica de Carácter Privado), por lo cual de esta manera se podrían “restablecer” las emisiones (en el sistema digital) desde el Seminario Metropolitano.

Por lo tanto, con lo expresado y especialmente en esta situación de emergencia que implica la presente pandemia y a fin de que se puedan desarrollar mejores servicios con la TV ABIERTA DIGITAL, habría que ir subsanando este evidente error de manera técnico-legal, con la intervención de las correspondientes autoridades eclesiásticas y civiles, junto a la lógica compensación económica referente a los costos de este reordenamiento.

Buenos Aires, 31 de mayo de 2020.
Ing. Alberto Cravenna (M.N. 1352)

 

 

 

 

ERROR A CORREGIR EN EL ESPECTRO DEL AMBA
 (OPINION)

26-FEB/2020

Del conjunto de los canales abiertos de televisión del Área Metropolitana Buenos Aires (AMBA), las tradicionales emisoras analógicas, canales 2, 7, 9, 11 y 13 de la Banda de VHF, en el año 2001 se le sumó la emisora analógica en el canal 21, también de carácter abierto, pero en la Banda de UHF, desde su autorización mediante Decreto del P.E.N. 1314.

En la transición actual al sistema digital de todas esas emisoras de emisión analógica, respecto del canal radioeléctrico 21, se produjo un grave error:

Consiste en no haberle asignado, mediante la Resolución 1631 ENACOM 2017, una planta transmisora propia (es decir, un transmisor y antena, que genera un “terreno” completo de 6 MHz.) para emitir en el sistema digital, como sí lo pueden hacer legalmente, el resto de dichas emisoras que no tienen que depender de un tercero para emitir al aire en digital como lamentablemente está sucediendo actualmente en el caso del “Canal Orbe 21”, denominado “El canal del Papa”, nada más ni nada menos.

Este tema es fundamental en materia de radiodifusión de TV DIGITAL, ya que la presente situación ha generado consecuencias muy negativas, como en forma pública se puede apreciar, por ejemplo: no tener la libertad de expresión suficiente como poder irradiar en tiempo y forma en el sistema digital para ser captado correctamente en forma directa, libre y gratuita en la zona de cobertura de aire, así como también, no tener el espacio radioeléctrico suficiente para poder emitir en el futuro, como simple “repetidora”, programas previamente “enlatados” de producciones externas, afines con el titular de esa emisora, mediante varios “subcanales” de alta calidad.

La solución técnica más sencilla es que cada radiodifusor televisivo permanezca en su “terreno propio”, completo, con una canalización de 6 MHz., generado ésta por sus respectivos transmisores y antenas, es decir:

- Los nuevos licenciatarios privados de las señales digitales de TV abierta (ALFA TV - 21.1, BRAVO TV - 27.1) y NET TV - 27.2) emitiendo en el canal radioeléctrico 27.

- La Persona Jurídica Pública, como lo es la Iglesia Católica, emitiendo en el canal radioeléctrico 21.

Buenos Aires, 11 de febrero de 2020.
Ing. Alberto Cravenna (MAT. COPITEC 1352)

 

 

 

 

 

 

 

¿UN PRIVADO COMO TITULAR DEL CANAL RADIOELECTRICO 21? (OPINION)

31-ENE/2019

Por: Ing. Alberto Cravenna (M.N. COPITEC 1352)

Se sabe públicamente muy poco sobre los condicionamientos futuros para el desarrollo de la televisión digital abierta que se avecina.

Por ejemplo, respecto del canal radioeléctrico 21, de carácter abierto en Buenos Aires, al cual se lo “asignó” por Resolución 1631 ENACOM 2017 como “titular” responsable del mismo (es decir, con equipo transmisor y sistema irradiante propios para esa porción de frecuencias) a una Persona Jurídica de Carácter Privado (persona física), con lo cual tendría como señal de tipo “subsidiaria” la correspondiente a una Persona Jurídica de Carácter Público (institución no estatal), también con sólo una parte de dicho canal radioeléctrico.

Además, el hoy denominado Canal Orbe 21, había sido asignado en ese mismo canal radioeléctrico abierto (completo), con mucha anterioridad, mediante Decreto del PEN 1314 de octubre 2001.

Por lo tanto, se ve claro que dicha Institución Pública no sólo posee claros derechos adquiridos, en esta transición al sistema digital, sobre todo ese “territorio” espectral asignado muy anteriormente, sino que se le resta también al titular privado “recién asignado” mucho espacio espectral para desarrollarse en el futuro digital.

Esta anomalía, como también sucede en otros casos similares, surge ya que nunca las asignaciones de porciones de frecuencias deberían haber sido efectuadas con una “canalización” menor a 6 MHz., teniendo en cuenta que esto es contrario a la Normativa Internacional (U.I.T.) y Nacional que regula la asignación de frecuencias de los servicios de TV abiertos al público en general, directos y gratuitos, tanto analógicos como digitales.

Buenos Aires, 23 de enero de 2019

 

 

LA ASIGNACIÓN DE ANCHO DE BANDA ES CLAVE PARA LA TV DIGITAL FUTURA (OPINION)

07-NOV/2016

Por: Ing. Alberto Cravenna (M.N. 1352)

En esta era digital una asignación de ancho de banda, por parte del organismo del Estado encargado de administrar el espectro radioeléctrico destinado al servicio de radiodifusión televisiva, se parece a un “terreno” sobre el cual se debe construir un “edificio”, con mayor o menor número de habitaciones.

Esa analogía se produce con una asignación que utiliza el estándar de TV DIGITAL ABIERTA adoptado por la Argentina, lo que implica más responsabilidad de su titular, ya que el mismo permite un mayor desarrollo con mayor cantidad en cuanto a la programación de señales de 24 horas simultáneas o, en el otro extremo, una señal pero con mucha mejor calidad técnica, teniendo en cuenta las ventajas de la modulación digital respecto de la analógica.

En el caso de las “asignaciones” menores a los 6 MHz. de ancho de banda, ese “terreno” se empequeñece en función de esa “parcelación”. Es lo que ocurre, por ejemplo, con la Resolución número 35 de la ex-AFSCA, de fecha 26 de febrero de 2015, destinada a los canales televisivos abiertos existentes, considerados como “continuadores” para el futuro digital, entre ellos los de la Capital Federal, los actuales 9, 11, 13 y 21, con modulación analógica.

Siguiendo con el ejemplo, a partir de dicha Resolución, los canales 9 y 13 se “asignaron” sobre un espectro no ocupado, considerándolos así como “espejo” de los ya existentes, hasta tanto desaparezca el actual período de transición hacia la TV DIGITAL. Sin embargo, a partir de lo reducido del ancho de banda de la respectiva “asignación”, se les impide, para el futuro, utilizar completamente el canal radioeléctrico. En ese aspecto la Norma Internacional para la canalización y la asignación en particular, en el espectro del servicio de TV ABIERTA para todo el continente americano, establece ese mínimo de ancho de banda de 6 MHz. para el servicio de TV ABIERTA ANÁLOGA O DIGITAL.

El caso más grave de toda esta situación, que parece no advertida, es el del canal 21, ya que el mismo estaba asignado desde el 23 de octubre de 2001 mediante un Decreto del P.E.N. a una Persona Jurídica de Carácter Público y, estando en el aire desde varios años atrás, se dictó la Resolución 38, dictada junto con la ya mencionada Resolución 35, que la condiciona a no poder desarrollarse en un futuro digital del servicio, ya que han “parcelado su terreno” en una franja mucho menor y, además, con el agravante de que el titular de dicha “asignación”, correspondiente al canal 11, es una Persona Jurídica de Carácter Privado, que, como vimos, tampoco podrá desarrollarse en ese aspecto.

Buenos Aires, octubre de 2016.

 

LA POSIBLE CONVIVENCIA DE LA TV ANALÓGICA Y DIGITAL (OPINION)

27-OCT/2016

Por: Ing. Alberto Cravenna (M.N. 1352)

Desde el punto de vista tecnológico, industrial y de las distintas necesidades de la sociedad, en sus distintas situaciones y regiones, es posible la convivencia en la Argentina de la TV ABIERTA ANALÓGICA y DIGITAL.

Lo estamos comprobando actualmente en estos tiempos de transición de estos dos sistemas de transmisión, en un espectro radioeléctrico destinado a ese servicio de carácter abierto, directo y gratuito (dirigido al público en general), que es cada vez más pequeño debido al avance de las nuevas tecnologías aplicadas en sistemas de banda ancha para los nuevos servicios de telecomunicaciones que utilizan el mismo espacio radioeléctrico, ahora destinado a otros servicios dirigidos a un público determinado, todos con modulación digital.

En nuestro país, respecto a esta situación de cambios tecnológicos en este servicio, y a afectos de considerar su impacto en la sociedad, podemos considerar varias alternativas:

1) “Canales espejo” hasta finalizar el “apagón analógico”, lo que implica, en la transición, una “duplicación” de canales existentes transmitiendo en ANALÓGICO en VHF (del 2 al 13), junto con las asignaciones “réplicas” en UHF (del 14 al 51), para la norma DIGITAL, con la obligación de “apagar” el canal correspondiente en la banda de VHF, en el momento del “apagón” (ver el Decreto del P.E.N. 1148/2009), lo cual dejaría desocupada dicha banda de VHF, que no sería apta para la nueva modulación en digital.

2) “Apagón postergado” hasta un corte abrupto de analógico a digital (“flash-cut”) para el sistema de emisoras de baja potencia locales (semejante a lo ocurrido con el servicio de “Low Power Television” de EE.UU., el cual se lo postergó para el cambio, desde el 12/JUN/09 hasta el 1/SET/15).

3) “Convivencia” de las normas para el servicio de TV ABIERTA (analógica en PAL-N y digital en ISDB-T), considerando la asignación de canales de carácter local en PAL-N, en la banda de VHF, y teniendo en cuenta además su desocupación futura, lo que implicaría una solución armónica que considera los distintas situaciones que presenta nuestro país en esta materia de comunicación mediática, así como también el imprescindible mantenimiento de “atribución de banda internacional”, en dicha porción del espectro, para el servicio de radiodifusión.

Buenos Aires, setiembre de 2016.

 

COMENTARIOS RESPECTO A DIFERENCIAS ENTRE LOS SERVICIOS AUDIOVISUALES PAGOS Y LOS DE RADIODIFUSIÓN DE TV ABIERTA (OPINION)

10-OCT/2016

Por: Ing. Alberto Cravenna (M.N. 1352)

El denominado “canal” de TV de un servicio por abono, no lo es: en realidad es una “señal”, ya sea de cable, internet, satélite, etc. Pero esto, no es algo sólo semántico. Significa que la misma no puede llegar a todo el público ya que las reciben sólo los telespectadores que pagan dicho abono a las empresas que la distribuyen.

Esa señal no es abierta al público en general, directa y gratuita, ya que no tiene un vínculo natural para toda la gente: el espectro de frecuencias radioeléctricas destinado al servicio de radiodifusión sonora y televisiva. En este último caso, sí lo pueden recibir gratuitamente tanto los no abonados a un servicio, como también los abonados (como público determinado), ya que las empresas distribuidoras están obligadas a retransmitirlo en las áreas de servicio, como también libremente fuera de las mismas.

Este servicio de radiodifusión se sólo se realiza sobre un sustento natural (no físico), un recurso muy escaso, patrimonio de la comunidad, no a través de vínculos radioeléctricos y físicos construidos por empresas comerciales, por lo cual, necesariamente es administrado por el Estado a través de sus organismos de aplicación, el cual otorga las licencias y autorizaciones correspondientes para el acceso al espectro, destinado a tal fin, a los respectivos titulares, a fin de brindar un servicio que es catalogado de interés público, bajo una gran responsabilidad tutelada por el mismo Estado.

La televisión analógica o digital de tipo “cerrado”, de hecho, es relativamente libre en cuanto a la norma a utilizar en sí, ya que su recepción depende de un contrato con la empresa proveedora del servicio audiovisual destinado a un público determinado. En cambio la televisión abierta, tanto analógica como digital (en transición), cuya norma es PAL-N e ISDB-T respectivamente, en nuestro país, sólo es para este tipo de servicio (“abierto”) ya que es algo esencialmente de carácter masivo, con bajo costo en la recepción, y que utiliza un recurso radioeléctrico público.

Buenos Aires, setiembre de 2016.

 

 

ACTUALIZA LA REAL ACADEMIA TERMINOS RELACIONADOS CON LA RADIO

04-AGO/2016

La Real Academia Española (RAE) ha actualizado los términos locutor, radiofonista y radiodifusión en la versión de su diccionario "online" y atiende así a una "antigua" petición de la Academia Española de la Radio.

Estas palabras han permanecido en el "Diccionario de la RAE" con una "acepción obsoleta", ya que no se había actualizado desde hace más de medio siglo, según señala en un comunicado la Academia Española de la Radio.

Así, apunta que estos términos hasta ahora estaban asociados a la actividad de la radiotelefonía, "algo más propio del terreno de la telefonía móvil que del medio de comunicación radiofónico".

Fue en enero de 2004 cuando el presidente de la Academia de la Radio, Jorge Álvarez, solicitó al entonces presidente de la RAE, Fernando Lázaro Carreter, la actualización de estos vocablos relacionados con la radio.

Sin embargo, prosigue la Academia, Carreter falleció a los dos meses siguientes, con lo que la petición "vagaría entre cajones durante más de un decenio en el Instituto de Lexicografía de la RAE".

No fue hasta 2015 cuando, en una reunión entre Álvarez y el actual presidente de la RAE, Darío Villanueva, se rescató esta demanda, "ya hecha realidad en el nuevo 'Diccionario'", que, además, incorpora el término radiofonismo.

Definiciones actualizadas en el nuevo DRAE:
Locutor/ra: Persona que tiene por oficio hablar por radio o televisión para dar noticias, presentar programas, etc.

Radiofonista: De radiofonía. Profesional de la radiodifusión.

Radiodifusión: Transmisión pública de programas sonoros a través de las ondas hercianas; 2. Conjunto de los procedimientos o instalaciones destinados a la radiodifusión; 3. Empresa dedicada a la radiodifusión.

Radiofonismo: Conjunto de actividades relacionadas con las emisiones radiofónicas.

Fuente: EFE

 

fcc aprueba normas para liberar espectro para el 5g

18-JUL/2016

Conforme anunciado pelo chairman Tom Wheeler em junho, a agência reguladora norte-americana Federal Communications Commission (FCC) decidiu nesta quinta-feira, 14, por cinco votos a zero, adotar novas regras para liberar frequências acima dos 24 GHz visando a tecnologia 5G, mas também com implicações para Wi-Fi mais robusto. Assim, a entidade libera quase 11 GHz de banda no total – tanto para a banda larga fixa quanto para a móvel. Desses, 3,85 GHz são de espectro licenciado e 7 GHz de não licenciado.

As novas regras criam um serviço de "Micro-Ondas Altas de Uso Flexível" nas faixas de 28 GHz (27,5 GHz a 28,35 GHz), 37 GHz (37 GHz a 38,6 GHz) e 39 GHz (38.6 GHz a 40 GHz). Também liberou novas bandas não licenciadas de 64 GHz até 71 GHz.

Em comunicado, a FCC afirma que a nova regulação traz "diferentes abordagens para espectro de acesso, incluindo licença de uso exclusivo, acesso compartilhado e acesso não licenciado". Diz também que está adotando outras diretrizes técnicas e de serviço flexíveis para permitir inovações tecnológicas futuras. A ideia é garantir que o uso diverso possa garantir a coexistência entre sistemas de governo e privado, satélite e terrestre, fixo e móvel.

A Comissão adotou ainda um mecanismo de consulta chamado Further Notice of Proposed Rulemaking (FNPRM), que propõe aplicar as regras técnicas e de serviço adotadas atualmente para outros 18 GHz de espectro englobando oito bandas de alta frequência adicionais. O FNPRM procurará ainda comentários em outros itens, incluindo refinamentos nos requerimentos de desempenho e políticas de detenção de espectro, além de uma agenda para a banda de 37 GHz a 37.6 GHz.

Em comunicado, a associação da indústria de operadoras móveis dos Estados Unidos CTIA comemorou a decisão da agência, chamando de "vitória clara" para os usuários norte-americanos. Cita que os EUA são líderes em LTE e, "na corrida para a 5G, estamos nos posicionando bem com esse espectro como combustível para a próxima geração de redes, dispositivos e aplicativos".

Ao sair na frente na liberação de espectro, o mercado norte-americano pode ganhar mais fôlego na corrida contra os europeus. É importante lembrar que a tecnologia sequer foi padronizada ainda, e que as frequências deverão ser definidas somente ao final de 2018, em preparação para a próxima conferência mundial de radiocomunicação da União Internacional de Telecomunicações (UIT), a WRC-19. Mas a movimentação da Comissão pode indicar o caminho que os fornecedores e outras operadoras possam tomar, influenciando as decisões de harmonização de espectro na WRC.

A decisão da FCC nos Estados Unidos acontece uma semana depois de a associação global de operadoras móveis, a GSMA, emitir um manifesto para pedir pressa à Comissão Europeia na adoção da 5G. O documento corroborou a agenda digital da entidade, mas aproveitou para alfinetar as regras de neutralidade que, supostamente, trariam incerteza e prejudicariam investimentos.

Fuente: Teletime-News

 

La UIT anuncia una nueva norma para la TV de elevada gama dinámica

06-JUL/2016

La UIT ha anunciado una nueva norma para la televisión de elevada gama dinámica, que representa un gran adelanto en la radiodifusión de televisión. La televisión de elevada gama dinámica (High Dynamic Range Television, HDR-TV) da una impresión increíble de realismo y aprovecha aún más la fidelidad colorimétrica superior de la Recomendación BT.2020 sobre la televisión de ultra alta definición (UHDTV). El Sector de Radiocomunicaciones de la UIT (UIT-R) ha desarrollado la norma, o Recomendación, en colaboración con expertos del sector de la televisión, organizaciones de radiodifusión e instituciones de reglamentación en su Comisión de Estudio 6.

"La televisión de elevada gama dinámica ofrecerá una experiencia televisual totalmente nueva a todos los telespectadores del mundo", declaró Houlin Zhao, Secretario General, congratulándose del anuncio. "Los programas de TV mejorarán con imágenes más radiantes que añadirán brillo a los espectáculos y realismo a las noticias."

"La televisión de elevada gama dinámica constituye un paso importante hacia la calidad de realidad virtual que ofrecerán los futuros sistemas de radiodifusión y multimedios", declaró François Rancy, Director de la Oficina de Radiocomunicaciones de la UIT. Felicitó a Yukihiro Nishida, Presidente de la Comisión de Estudio 6 del UIT-R, por ese gran éxito.

La Recomendación UIT-R BT.2020 sobre UHDTV, aprobada en octubre de 2015, representaba la evolución constante de la televisión desde que fue inventada en los años 30, que transformó las borrosas pantallas en blanco y negro en grandes pantallas planas con imágenes en color de ultra alta definición.

Esta última Recomendación UIT-R BT.2100 sobre HDR-TV mejora aún más las imágenes de televisión y ofrece a los telespectadores una experiencia visual más realista. Gracias a la Recomendación sobre HDR-TV, los programas de TV aprovechan plenamente las nuevas tecnologías de pantallas mucho más brillantes. La HDR-TV da más brillo y naturalidad a las escenas iluminadas con luz natural, añadiéndoles reflejos y contraste. Mejora las escenas poco iluminadas y nocturnas, aumenta los detalles en zonas más oscuras y ofrece a los productores de TV la posibilidad de revelar texturas y sutilezas cromáticas que se suelen perder con la TV de gama dinámica convencional actual.

La Recomendación sobre HDR-TV contiene detalles de dos opciones para producir imágenes de TV de elevada gama dinámica. La especificación de cuantización perceptiva (Perceptual Quantization, PQ), que permite obtener una gama muy amplia de niveles de brillo utilizando una función de transferencia no lineal con ajuste fino para adaptarse a la visión humana, y la especificación híbrida Log-Gamma (HLG), que ofrece un grado de compatibilidad con las pantallas tradicionales al ajustarse más estrechamente a las curvas de transferencia de televisión establecidas anteriormente. En la Recomendación también se explica resumidamente un simple proceso de conversión entre las dos opciones de HDR-TV.

Con la Recomendación UIT-R BT.2100, los productores de TV también pueden elegir entre tres niveles de detalle o resolución: HDTV (1920 por 1080), UHDTV "4K" (3840 por 2160) y "8K" (7680 por 4320), que utilizan todos el sistema de imagen progresiva con gamas de colores y velocidades de trama extendidas de la Recomendación UIT-R BT.2020 sobre UHDTV.

"Esta Recomendación es la culminación de tres años de intenso trabajo de expertos del mundo entero especializados en imágenes. Las imágenes HDR son espectaculares y constituyen otra mejora importante de la calidad de televisión", declaró Andy Quested, Presidente del Grupo de Trabajo 6C (GT 6C) del UIT-R que ha desarrollado la nueva norma. "Los programadores actuales necesitan muchas más opciones para cumplir las expectativas de las distintas plataformas que deben abastecer, y esta flexibilidad se obtiene en el marco de una Recomendación del UIT-R estable."

Fuente: UIT

NORUEGA APAGA SU FM EN 2017

01-JUL/2016

La frecuencia modulada toca techo, pero la transición digital de la radio aún sigue en el aire. Sin embargo, la decisión de Noruega de apagar su red de FM suscita de nuevo el debate en Europa sobre el modelo de su espacio radioeléctrico. El país escandinavo será, a partir de 2017, el primero del mundo en implantar la transmisión digital de audio (DAB, en sus siglas en inglés), una decisión pionera que quintuplicará su cifra de canales nacionales. Pero despedir a la radio analógica no se salva de controversias.

El paso hacia la radio digital con DAB, surgido del protocolo europeo de comunicaciones Eureka 147, sigue la tendencia tras el lanzamiento de canales de música non-stop y de sólo noticias de los años 90. La primera estación DAB en salir al aire en el mundo fue NRK Klassic, de la Corporación de radiodifusión pública de Noruega, en 1995. Dos décadas después, el país nórdico es el primero en cerrar su FM a partir de enero de 2017, tras promulgarlo el Parlamento en 2011.

La cobertura de DAB llega al 99,5% de la población noruega: más de una veintena de canales emiten en DAB y dos de cada tres hogares cuentan con un aparato adaptado, según Digitalradio Norge (Radio.no), representante de las grandes emisoras nacionales (la pública NRK y las privadas P4 y Bauer Media) en la apuesta de la radio digital terrestre. Estos datos permiten hablar, según sus partidarios, de una transición “controlada y predecible”, con un ahorro previsto de 25 millones de dólares al año.

“La banda de FM ya no responde a las exigencias de contenido de la audiencia. Con DAB, los canales nacionales pasarán de cinco a 25, una gran oportunidad para la industria y la diversidad de medios en expansión. La tasa de conversión es mucho mayor que cuando se digitalizó la televisión, aunque más complicada por la necesidad de actualizar las radios de los automóviles. Gran parte de los conductores responde que lo hará cuando cierre la FM”, señala como reto Mari Hagerup, responsable de comunicación de Radio.no.

¿Un peligro para la radio local?

En el debate del apagón, muy pocos discuten que la tecnología FM se haya quedado obsoleta. “En lugar de invertir en mejorar las redes de FM, la mejor opción ha sido DAB. Internet puede estar bien, pero no hay acceso en cualquier lugar en Noruega por su difícil orografía, y la red móvil no tiene capacidad para que todos puedan escuchar la radio al mismo tiempo”, destaca Øyvind Vasaasen, portavoz para los asuntos de DAB en NRK.

En el lado de los oponentes, Lars Nyre, profesor de estudios mediáticos de la Universidad de Bergen, defiende una red nacional de datos inalámbricos a través de Internet y aparatos móviles. “DAB se apoya en las relaciones entre la Unión Europea y la UER, para que los grandes grupos se garanticen una posición dominante en el futuro. Una política alternativa debería asegurar una red informática de alta calidad para todas las zonas habitadas del país, con prioridad para los medios públicos y las iniciativas locales. La industria radiofónica va a tener un gran problema con los jóvenes, compitiendo con Spotify, los programas de podcast y otras nuevas ofertas de Internet”, defiende Nyre.

El cierre de la FM, que será gradual de norte a sur, afectará en principio a las estaciones locales de las cuatro mayores ciudades. Para Svein Larsen, dirigente de la Norsk Lokalradioforbund, una de las dos grandes asociaciones de la radio local noruega, las emisoras regionales son las grandes perdedoras. “Tras convivir DAB y FM veinte años, la decisión de cerrar la FM ahora sirve a los intereses de NRK, que no desea pagar la doble distribución, y del grupo P4, que ve la posibilidad de defender su casi monopolio comercial hasta 2031. NRK, P4 y SBS podrían así representar el 96% del mercado, y no será nada fácil para las radios locales independientes competir con los 30 o 40 canales propiedad de dos grandes grupos privados extranjeros”.

DAB, sin alternativas

“En los canales DAB, la propagación no es tan beneficiosa para la recepción en interior de edificios, pero hoy no existe un estándar que mejore las debilidades de DAB y que mantenga sus grandes ventajas”, indica Pablo Angueira, profesor asociado de la Escuela Técnica Superior de Ingeniería de Bilbao (UPV/EHU).

A diferencia de la saturación de la FM, con DAB es posible lanzar nuevas estaciones y servicios temporales (pop-up), y experimentar con datos, de forma más barata y no susceptible a cortes o al pirateo de la señal como la distribución por IP. La eficiencia del espectro, el menor consumo de energía y mejor navegación de los usuarios, y las mayor calidad en la movilidad y más servicios gracias a la transmisión de datos son las ventajas técnicas que reúne este estándar digital. ¿Cuál es el problema? Como la televisión digital, su sistema múltiplex demanda nuevas frecuencias y la entrada de nuevos actores, algo que obliga a acuerdos técnicos entre empresas competidoras.

“Finlandia fue, a principios de la década de 2000, de los primeros en cerrar DAB porque no tuvo éxito, aunque le pusieron muchas ganas al principio, pero todo el mundo quería que fuera mucho más audiovisual. Suecia ya ha cerrado dos veces los transmisores de DAB”, recuerda Montse Bonet, profesora de Comunicación en la Universitat Autònoma de Barcelona, para quien el caso noruego podría tener más probabilidades de éxito por el impulso de los grandes grupos extranjeros.

España, esperar y ver

Mientras Noruega quema etapas hacia la radio DAB, otros países de nuestro entorno siguen en pausa a la espera de iniciativas. “España está más sola que Noruega en Europa, donde está resurgiendo el DAB implicando a la industria automovilística. La radio analógica funciona, con inversiones y audiencia. Apagarla no es una prioridad en España, tras la crisis y la resintonización de la televisión. Hay unas licencias concedidas que de momento no sirven para nada”, relata Bonet.

¿Por qué ha podido la televisión y no la radio? Para esta experta, la clave está en contar con una fecha de apagón, algo que no ha tenido la radio: “En el caso de la TDT se hizo desde Bruselas, pero a la radio se la considera un negocio local. No es seguro que sea como el apagón de la televisión analógica. Toda tecnología tiene una ventana de oportunidad, y no sabemos si hemos perdido ya esa oportunidad. Tarde o temprano sucederá algo, pero es más probable un mix de tecnologías”, sostiene Bonet.

En algún momento toda la radio será digital, aseguran Graham Dixon y David Fernández Quijada, responsable de Radio y analista de medios senior de la Unión Europea de Radiodifusión (EBU), respectivamente. La cuestión es cómo. “Todas las transiciones se basan en un trabajo duro, buena comunicación y el alineamiento de los actores implicados. Con 440 millones de europeos que escuchan casi tres horas diarias de radio, no es realista pensar que en el corto plazo Internet distribuirá ese contenido a cada usuario de forma eficiente. Esperamos que una transición exitosa en Noruega estimule al sector. Suiza parece decidida a seguir un apagón gradual de la FM entre 2020 y 2024, mientras que en el Reino Unido, Alemania, Dinamarca u Holanda las fechas apuntadas hasta ahora no son oficiales”, dicen.

Fuente: El País

solo 23 de 200 radios noruegas tienen intereses en abandonar la fm y pasar al dab

28-ABR/2015

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Um artigo publicado na página da Survivor Radio, assinado por Paul Riismandel, revela que apenas 23 das cerca de 200 rádios comerciais e comunitárias norueguesas devem fazer a transição do sistema analógico de transmissão para o DAB. A informação consta em um relatório da Associação Norueguesa Rádio local (NLF - Norse Lokalradio Forbund em norueguês), publicado nesta quarta-feira.

De acordo com o artigo de Riismandel, 200 emissoras comerciais e comunitárias locais que estão fora das quatro maiores cidades do país vão continuar a transmitir na analógica. O relatório foi divulgado devido a repercussão que foi criada na imprensa internacional nos últimos dias com a informação do governo norueguês que o país vai encerrar o serviço de rádio FM em 2017.

No entanto, de acordo com o NLF, apenas 23 estações de rádio locais em Oslo, Bergen, Trondheim e Stavanger, juntamente com as principais emissoras nacionais, farão a transição do analógico para transmissão DAB digital. O grupo também destaca um relatório recente do governo que diz que apenas 19% pretendem ouvir as transmissões DAB, abaixo dos 50% fixado como um pré-requisito para a mudança.

Aparentemente, o switch-off analógico ainda precisa da aprovação no parlamento norueguês, onde tem o apoio da maioria. A oposição é baseada em reivindicações de grupos como o NLF dizendo adoção do DAB foi estimulado por lobby do Digitalradio Norge AS, e não pela procura dos consumidores. Isso deve soar familiar para os críticos de rádio de HD nos EUA. Há também a preocupação de que os motoristas estrangeiros de toda a Europa, onde a penetração DAB é muito menor, não terão acesso ao rádio ao visitar as principais cidades da Noruega.

Já nos Estados Unidos há diálogos para a ampliação da faixa FM, assim como será feito no Brasil. Os norte-americanos também estão com interesse de ter a faixa estendida, de 76 FM a 108 FM.

Além disso, o Tudo Rádio publicou uma notícia nesta semana informando que a Associação Nacional de Radiodifusores dos Estados Unidos (NAB) solicitou à Apple a inclusão do receptor de FM nos celulares da marca iPhone.

No Brasil, o processo de migração das AMs para o dial FM segue conforme o que foi planejado inicialmente. Nas próximas semanas, o Ministério das Comunicações deve publicar mais uma consulta pública envolvendo os estados que aguardam o processo.

Fuente: Tudo Radio

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